A revista satírica Charlie Hebdo decidiu publicar caricaturas de Maomé numa das suas edições, o que originou reforços na segurança das embaixadas francesas em alguns estados muçulmanos. O João Lisboa tem acompanhado a história.
Não hesito em defender esta provocação, cuja utilidade política me parece evidente: mostrar que a Europa não deve sacrificar as suas liberdades ao melindre de alguns sectários. Para chantagem, já nos basta a que é feita por quem não nos dá grande remédio senão o de obedecermos: Angola, as agências de rating, o FMI, sei lá eu. Sejamos cínicos enquanto for possível.
Luis M. Jorge
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Acho bem. Os judeus são muito dados a melindres na Europa.
Na verdade os muçulmanos também não. Por isso é que falei de alguns sectários.
O que é que Angola, ou o FMI têm a ver com isto? Nada. Se eu disser que Angola é uma ditadura socio-fascista ou o FMI são uma cambada xyz amanhã nao morrerei. Há DIFERENÇA total. Certo que o nosso modo de vida deve ser respeitado e deve existir sem ameaças de qualquer gente, Liberdade De Expressão e de Consciência sempre, seja ela qual for (mesmo ofensiva)!
Não morre mas pode ser despedido pelo dr relvas.