Roma.

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Woody Allen em modo great pretender, com a liberdade criativa de quem se está a marimbar. Há velhos felizes.

Luis M. Jorge

9 thoughts on “Roma.

  1. Miguel diz:

    Woody Allen — aquele que há décadas dizia que filmava Manhattan porque era a única cidade que conhecia bem, e que nunca seria capaz de fazer filmes a propósito de cidades que mal conhece. Entretanto, parece que se converteu ao cinema do postal turístico. Que saudades de Stardust Memories! …. Sempre tinha alguma coisa a ver com cinema.

    A despropósito, confirma-se que as manifestações tiveram resultados bem concretos. Boa
    análise.

    • O homem tem um palácio em Veneza, parece-me difícil acreditar que não conhece Itália.

      E depois: a liberdade criativa começa quando desprezamos as nossas próprias regras.

      Mas você não viu o filme, pois não?

  2. João. diz:

    O filme tem das cenas que mais me fez rir numa sala de cinema. Não vou ser muito concreto para não estragar o impacto de quem não tenha visto ainda o filme, mas é a cena do pai do noivo uma vez encontrado o segredo para o seu sucesso em palco.

  3. Miguel diz:

    Não, mas dei uma vista de olhos aquele passado em Barcelona e o outro em Paris. E não só. Bastou-me. (não fazia ideia que ele tivesse um palácio em Veneza, mas talvez essa seja a maneira de não conhecer Itália … ele não costumava viver num palácio em Manhattan).

    • Miguel diz:

      E já agora, questão não insignificante, ele fala italiano?… (não sei a resposta, e espanhol, francês?)

      • Homem, uma das melhores histórias do Thomas Mann passa-se em Itália, o Graham Greene correu meio mundo nos romances dele, em relação ao cinema então ninguém se lembraria de exigir aos realizadores que conhecessem a cor local. Vá lá ver o filmezinho antes de disparatar.

  4. caramelo diz:

    Quanto ao de Roma, não vi, nem o de Paris. Vi o de Barcelona e adormeci (mesmo). Mas o velhito tem todo o direito a fazer aquilo como a dedicar-se a cultivar camélias, o que interessa é que ele seja feliz. Estou solidário. Quem me dera uma velhice assim feliz.
    Luís Jorge, essa tal história do Thomas Mann não é passada em Itália, é passado no Lido de Veneza, como poderia ser passado em Baden-Baden (em dias soalheiros, pronto). Passado em Itália é o Ladrões de Bicicletas, como passado em Nova Iorque era o Manhattan ou o Annie Hall, e na Alemanha hanseática os Buddenbrook.

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