Ó Tempo, volta para trás (IV)

Acabou o tempo da impunidade, diz a ministra. E eu acredito:

“O inquérito do MP foi aberto nos primeiros dias de 2005, após uma agência do BES ter alertado que tinham sido feitos 105 depósitos nas contas do CDS, em dinheiro vivo, em quantias que variavam entre os cinco mil e os 12.500 euros – num total de cerca de um milhão de euros. Os depósitos tinham sido feitos por um funcionário do partido e avançou-se para escutas telefónicas a Abel Pinheiro, vogal da direcção que tinha o pelouro das finanças, além de líder do grupo Grão-Pará. As escutas revelaram os contactos que desenvolvia junto dos ministros do CDS e as diligências de gestores de empresas do GES para que o Portucale fosse viabilizado antes do Governo seguinte”. ( ” Sol”)

Como dizia o padre Manuel ( do  Unamuno)  a Angelita: Crê no céu, no céu que vemos, filha.

FNV

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