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O padeiro de Alenquer está proibido de se aproximar da criança mas acontece que o padeiro é vizinho da criança que  por sua vez  vai a tribunal para dizer que o padeiro a sodomizou  e o instituto de medicina legal comprovou lesões na zona sensível isto tem tudo para acabar bem e por uma vez  eu apreciava imenso que  a criança fosse filha de um juiz e víssemos  a mãe esposa do juiz confiante no bom senso  dos senhores doutores e todos pudéssemos  dormir com o winnie the pooh sem ter pesadelos.

Dizia o Guizot:  Enriquecei para trabalhar e poupar. Depois  conquistaram a Argélia, depois veio a fome  e a 22 de Fevereiro uma  manifestação  na Madeleine daquelas a sério com vontade de comer e o duque de Nemours  pôs-se a milhas. Ou seja, cuidado com a bazófia. Como esta: o marido de uma apresentadora que aufere 24.000 euros  na RTP desfilou contra a pobreza.

Por falar nisso, o conselho leonino vai reunir-se para decidir o que fazer do estádio Alvaxia  ou Alvalaxe ( não sou bom em nomes de detergentes) quando o clube  acabar. E o Rojo, Ala Akbar!,  o Rojo: para onde irá?

FNV

11 thoughts on ““”#”lniy;MN;N%”#52121

  1. henedina diz:

    Não sei deste caso mas é fuga de informação e devia ser severamente punida.
    Tal como a do PPC, claro, que a do PPC não vai ser pq foi alguem do PSD ou o assessor da imagem para aumentar a popularidade do PPC que estava a precisar.

  2. fnvv diz:

    Não é fuga nenhuma, foi uma decisão do juiz de instrução.

    • Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

      O padeiro de Alenquer leva o Winnie the Pooh ao colo no comboio até ao estádio Alvaláxia para assistir à reunião do Conselho Leonino: Eduardo Barroso transplantou-se para Angola e assim não tem de avalizar o próximo empréstimo da Troïka ao Sporting…

    • henedina diz:

      Enfim…
      (o Braga está a perder mas se precisar Filipe emprestamos alguns jogadores para o Benfica 😉

  3. Rui Alexandre diz:

    Casa onde não há pão… Alternativas: lapide-se o padeiro com carcaças ou pão de Mafra com cinco dias. Nunca comentei os comentários às decisões dos Tribunais mas, caro Filipe, este foi um golo na própria baliza.
    Declaração de interesses: Juiz de Direito há 20 anos e sócio do Sporting Clube de Portugal há 32 anos.

    • fnvv diz:

      Caríssimo Rui,
      Também não comento decisões judiciais ( desde o tempo do Mar Salgado, por sugestão do Nuno Mota Pinto e aceitada por todos). Abri aqui uma excepção porque não sei se o homem é culpado ou não, mas a situação criada é pior do que um autogolo: é um penalty falhado de propósito.

      • Rui Alexandre diz:

        Caro Filipe,
        Precisamente porque acompanho o que escreve e também desde os tempos do Mar Salgado, excepcionalmente permiti-me (com o consentimento do Filipe) comentar o seu post em epígrafe e para que não restem quaisquer dúvidas quero esclarecer que o autogolo é seu. Relativamente à imagem do penalty falhado de propósito, não sendo o Filipe o seu marcador, não comento. Mas como refere – e bem – antes da marcação de qualquer penalty importa saber se foi falta… Quanto à coragem (ou à falta da mesma) não é o espaço, nem o tempo para aqui se discutir tal.

  4. fnvv diz:

    Caro Rui.

    Não percebo: então não é um autogolo? Então é assim que deve ser? Então o seu colega acha que há indícios suficientes para impedir o homem de se aproximar do miúdo, miúdo esse que irá testemunhar contra o tal homem que vive na casa ao lado?

    Estava estupefacto, agora estou arrepiado.

    • Rui Alexandre diz:

      Caro Filipe,
      Em matéria de jogadas, o Filipe é mestre. Como provocar o “adversário” para o forçar a fazer o que ele já disse que não queria (e não podia) fazer. Reconheço-lhe a sageza, mas também a honestidade para o Filipe reconhecer que a autoria do autogolo é sua, ao fazer o comentário ( e a comparação) que fez no post em causa, pois, como escreve o Manuel António Pina – que tanta falta me faz – ele que me era próximo, mas que eu não conhecia (só lia):
      “também aquele que escreve
      é escrito para sempre”.
      Termino, usando as palavras do mesmo poeta mas a bondade do homem que era:
      “Não, não me peçais ainda concordância
      estarei ocupado de mais à minha escuta
      no coração e na boca, no oiro e na cicuta,
      e na escuridão dos livros, talvez os da minha infância.”
      Até sempre, caro Filipe.

      • fnvv diz:

        Olhe que não. Acontece que em casos de crianças ( ou outros de nítida desproporção de atributos), fico mais áspero.
        Passe sempre, conteste sempre, que tenho todo o gosto.

  5. Rui Alexandre diz:

    Rectificação e adenda:
    Onde se escreveu “mas” leia-se “mais”.
    O arrepio do Filipe só pode ser do frio da Rússia.

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