Gide-Bettencourt

Nuam carta a Valery ( Nice, Janeiro de 1898), Gide fala de Signoret: C’est quelqu’un qui dans cent ans d’ici pourra  ressembler à Homére, surtout  s’il continue de ne pas pouvoir regarder. É de uma ironia  crebra, mas segura.

Isto do ver e do olhar tem de ser escrito assim, encavalitado num restinga, ou acabamos  na Amélia dos  olhos doces.  O grande Bettencourt  assina uma possibilidade walking dead ( Rede Invisível, 1930-1933):

O largo, sem ninguém,

dava-me a cidade quase despovoada,

 a não ser de cadáveres que eu não via.

FNV

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