O “Público” está a perder qualidade, é certo, mas é como eu sempre digo aos meus amigos que criticam o jornal: em terra de cegos, quem tem olho é rei.
(quanto ao pasquim — recuso nomeá-lo –, digo-te isto: no meio deste lamaçal, um gajo não pode mesmo dizer que já nada o surpreende, porque surge sempre algo — sempre)
O “Público” está a perder qualidade, é certo, mas é como eu sempre digo aos meus amigos que criticam o jornal: em terra de cegos, quem tem olho é rei.
(quanto ao pasquim — recuso nomeá-lo –, digo-te isto: no meio deste lamaçal, um gajo não pode mesmo dizer que já nada o surpreende, porque surge sempre algo — sempre)