Alguma vez houve uma violação dos acordos de concertação social que pendesse a favor da posição dos sindicatos que os assinaram? Lembra-se da última vez que as associações patronais vieram reclamar com o governo por ter, depois do acordo assinado, mudado a sua posição indo além do que os sindicatos assinaram?
Pessoalmente, não me lembro. Quanto ao inverso, não é preciso ir longe, acho que recuar dois ou três dias já é suficiente.
Quando ouvi na rádio as declarações de Alan Stolerov ocorreu-me que a comunicação social tinha aprendido zero com o recente caso Artur Baptista da Silva.
Ou seja a comunicação social adora ter pessoas a debitar banalidades, sob o manto diáfano da “academia” e do “estrangeirado”.
Dizer que é uma vergonha Vítor Constâncio ser promovido para o BCE, após o seu percurso no Banco de Portugal, é o tipo de coisas que ouvimos e dizemos, numa conversa de café ou no contexto de um diálogo com um taxista. Dizê-lo com o “argumento de autoridade” de perito da ONU é ridículo.
Dizer que a concertação social é uma fantochada é uma opinião defensável numa, roda de amigos com uma cerveja à frente. Dizê-lo na rádio com o chapéu de “sociólogo do ISCTE, estudioso do movimento sindical português” é mais do que ridículo para o próprio e para o jornalista que monta a peça e lhe dá voz.
Mas não há nada a fazer, eles nem aprendem nem se enxergam.
constituição à la carte – escolha o artigo conforme quem o ofende
para mim é simples: ela é sempre discutível
Alguma vez houve uma violação dos acordos de concertação social que pendesse a favor da posição dos sindicatos que os assinaram? Lembra-se da última vez que as associações patronais vieram reclamar com o governo por ter, depois do acordo assinado, mudado a sua posição indo além do que os sindicatos assinaram?
Pessoalmente, não me lembro. Quanto ao inverso, não é preciso ir longe, acho que recuar dois ou três dias já é suficiente.
e antes?
E por essa ordem de ideias quase toda a CRP é “uma fantochada”
Estou a dizer, enfim, que não me parece que o sociólogo esteja desfazado do que acontece na realidade.
Quando ouvi na rádio as declarações de Alan Stolerov ocorreu-me que a comunicação social tinha aprendido zero com o recente caso Artur Baptista da Silva.
Ou seja a comunicação social adora ter pessoas a debitar banalidades, sob o manto diáfano da “academia” e do “estrangeirado”.
Dizer que é uma vergonha Vítor Constâncio ser promovido para o BCE, após o seu percurso no Banco de Portugal, é o tipo de coisas que ouvimos e dizemos, numa conversa de café ou no contexto de um diálogo com um taxista. Dizê-lo com o “argumento de autoridade” de perito da ONU é ridículo.
Dizer que a concertação social é uma fantochada é uma opinião defensável numa, roda de amigos com uma cerveja à frente. Dizê-lo na rádio com o chapéu de “sociólogo do ISCTE, estudioso do movimento sindical português” é mais do que ridículo para o próprio e para o jornalista que monta a peça e lhe dá voz.
Mas não há nada a fazer, eles nem aprendem nem se enxergam.
Votos de bom ano,
MAB