Maria Browne/ Emily Bronte

Duas românticas, com nuances. A inglesa reúne toda   a poesia em  “Poems by Currer, Ellis and Acton Bell,”  editado em 1846, a portuguesa  ( Couto Browne, nascida no Rio de Janeiro) publica entre 1825 e 1851 .

Emily chegou a ser acusada de malícia, profanidade e overdose de expressividade. Morreu nova e às duas da tarde,  como reza a lenda. Maria Browne, depois do amor por Camilo, envelheceu no Porto, recebendo  amigos e literatos  no seu salão.

Cheguemos este pedacinho de Maria:

Sinto que as lágrimas correm

Pelas faces a escaldar!…

E que as saudades não morrem,

Vivem só para matar.

A este da Emily:

I too depart, I too decline

And make thy path no longer mine

Tis thus that human minds will turn

All doomed  alike to sin and mourn.

Consegues imaginar  este mundo , leitor? Eu também não.

FNV

4 thoughts on “Maria Browne/ Emily Bronte

  1. henedina diz:

    Leitor não sei, mas leitora sim.

  2. Patrícia Gonçalves diz:

    Já não e ainda não

  3. fernandoantolin diz:

    “….But, there are hours of lonely musing,
    Such as in evening silence come,
    When, soft as birds their pinions closing,
    The heart’s best feelings gather home.
    Then in our souls there seems to languish
    A tender grief that is not woe;
    And thoughts that once wrung groans of anguish,
    Now cause but some mild tears to flow. …”

    E fica a Charlotte aqui.
    Abraço

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: