Love like an egyptian

Os seis milhões de judeus foram é levados para os EUA.

Lá estamos, como sempre, de volta do  passado: dava jeito mudá-lo, não dava?

FNV

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15 thoughts on “Love like an egyptian

  1. João. diz:

    Daria jeito para uns, não daria jeito para outros.

    O passado não muda à vontade do freguês – é como uma frase iniciada, o seu arremate pode ter uma pluralidade de possibilidades mas, se falamos de um sujeito dessa frase iniciada, essa pluralidade de possibilidades é, em todo o caso, condicionada.

    • fnvv diz:

      como diz o Renato do 5Dias;: mil vezes Teerão a Nova Iorque.

    • João. diz:

      Entretanto em Israel:

      “Israel impõe controlo da natalidade a judeus etíopes

      Pela primeira vez, Israel admitiu que tem estado a administrar contracetivos injetáveis para controlo da natalidade a judias etíopes imigrantes, sem o conhecimento prévio ou consentimento das mulheres. ”

      http://expresso.sapo.pt/israel-impoe-controlo-da-natalidade-a-judeus-etiopes=f783115

      Mas não passa nada. Racismo e xenofobia é dizer que o gajo do FMI é, da troika, o mais escurinho. Israel está à vontade para matar, esterelizar, etc, porque criticar israel também é igual a xenofobia e antissemistismo.

      • João. diz:

        “esterilizar”

      • fnvv diz:

        Que me lembre, nunca discuti consigo o conflito I-P, por isso não o autorizo a atribuir-me essa cassete tribunícia.
        No resto:
        Não precisa de ir ao middle east para fazer o habitual número de meter tudo no mesmo saco para ver se a gente se confunde e come a sopa com o garfo:
        Nos anos 80 a Noruega esterilizou mulhere deficentes.

      • João. diz:

        Ah bom. Se a noruega fez então Israel está justificado.

      • fnvv diz:

        é isso , é isso e a culpa é da URSS que foi o primeiro país a reconhecer Israel.
        Isto está tudo ligado.

  2. 🙂 Link por favor (mesmo que aproximado) 🙂

      • chukcha diz:

        Em defesa de Rento Teixeira (hoje deu-me para isto), o que RT afirmou é que preferia “viver em Teerão” e nem em NY. Sem querer desvirtuar o simbolismo e a força da cartilha ideologica que RT vende, não acho a afirmação por sí descabida. Milhares de portugueses perferem viver em Luanda, cidade do Cabo, Caracas, vs NY e não será certamente pelos pergaminhos democráticos e sociais… Eu também perferia viver 3 meses em Pyongyang do que em Seul,. Ou 6 meses em Teerão seriam sempre mais interessantes que 6 meses em Londres… chamam-lhe curiosidade sociológica(!).
        Quanto ao negacionismo do Holocausto, é indefensável, mas vindo de um extremista islâmico, comprrensível do ponto de vista táctico…

      • João. diz:

        De minha parte, sendo comunista, se tivesse que escolher entre as duas, preferia NY a Teerão, acho que o preferiria sem hesitações – até porque acho que um comunista ainda assim está muito mais seguro em NY do que em Teerão: isto, é claro, se não for, por exemplo, um comunista em Cuba que poderá ter razões para ter mais receio de NY do que de Teerão.

      • fnvv diz:

        exacto. aliás os comunistas iranianos foram dizimados pelos GR de Khomeini, cerca de seis meses depois da revolução ( campeonato dos salvíficos).

      • João. diz:

        Olhe que os salvíficos são os americanos. Eles não destroiem, não matam, não exploram…eles salvam.

  3. João. diz:

    “destroem”

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