Adeus, revolução

Terceiro ano de resgate e é isto: cinquenta  pessoas  ( e porque mobilizadas pela CGTP) a vaiar.

 

FNV

9 thoughts on “Adeus, revolução

  1. balde-de-cal diz:

    os telejornais são a maior oposição anti Troica e Passos.
    procuram confundir. aparece o bigodes há dias caracterizado de KGB ou de dirigente dos campos de extermínio conhecidos pelo acrónimo Goulag

  2. João. diz:

    As revoluções sempre foram raríssimas. Pessoalmente gosto de ver os velhotes, por assim dizer, nestas manifestações. A vida só termina quando acaba. Fora isso é ir lá e mandar o Passos, o Portas e o Relvas para qualquer lugar menos recomendável do que o governo do país.

    (O Murphy arma-se em observador de factos mas é só mais um boy governista.)

    • murphy diz:

      Grândola vila moreee….eeennaaaaaaa…

      🙂

      Claro que sou! O nosso jornalismo é do melhor que há em termos de isenção, rigor, etc.. Esmera-se, em cada assunto que aborda, na apresentação aos seus cidadãos dos vários pontos de vista para que eles possam tirar as suas conclusões… só individuos “fassistas” como o Murphy poderão achar que as redacções são alinhadas com o esquerdismo!

    • fnvv diz:

      também gosto de ver o svelhotes ( se estiver à espera do snovos só no Super Bock Super Rock)

  3. Jorg diz:

    A SiC, especialmente a SiC Noticias, queda-se na inerte orfandade do corropio de ‘eventos’ e de conversa fiada dos tempos da tralha xuxó-socretina- este governo, por inépcia ou por falta de pachorra,não os entretem com ‘eventos’ de tendinha branca, croquete e apresentação audio-visual onde derramava visões de futuro que só encerravam desdém e irresponsabilidade pelo Portugal que governavam. Pouco se sincroniza com as estatisticas, com Vanessas ou Mafaldas da OCDE, com as conferências encomendadas em Universidades Americanas ou Francesas. Ontem mobilizava tempo de antena para seguir uma visita do Tozé a Bruxelas – acho que não se davam conta de tão ‘penible’ excursão.
    Restam as mobilizações da CGTP, e quando se precisam de esteroides, da função pública e para-Estado. As da CGTP – mesmo reconhecendo a boçalidade dos insultos – especialmente estas tão minutas e desengerocadas devem ser respeitadas, porque as sinto, mesmo com muitas premissas equivocas, como genuina aspiração a algo melhor não só para eles. São contraponto real. O resto, do “progresso económico” e outros ventos de intestino à custa de dinheiro que não se tem, é que poderia ser objecto de uma revolução – mas isso é ‘unchartted territory”, e receio que se volte para trás á primeira folga.

    • caramelo diz:

      Queda-se na inerte orfandade do corropio? Caraças, até me deu vertigens… Sempre se confirma então que o problema deste governo e dos seus apoiantes é a dificuldade de comunicar?

  4. Jorg diz:

    Poupava as vertigens se lesse a frase até ao fim – a menos que o seu susto fosse pela amurada encontrada.

    Sobre a comunicação e problemas derivados, este governo – não entendi ainda se por definição ou pela falta de guito para farroncas ou para terapeutas da fala – pauta-se pelo mote de Jonh Wayne
    “Talk low, talk slow and don’t say too much”.

    Acha v. mercê que tal é problema de comunicação do governo e dos seus apoiantes. Eu por mim acho que demasiadas vezes é problema da prensa ‘biased’ e um interte e de quixotes de pescoço entrevado que faz com que os proprios olhos só poem a foco o proprio umbigo e, aqui e ali, algumas periferias, pois em outras eras tinham a central a formatar-lhes abundantemente a papinha… Assim, ficam apenas hiperactivos e incoerentes com todo o ‘reconhecível’ ajuntamento que espontanemente se organiza onde quer que vá o Relvas ou o Step Rabbit. Ou seja, parecem-se demasiadas vezes com aquelas primeiras etapas da Alice no Outro Lado do Espelho….
    “If I had a world of my own, everything would be nonsense. Nothing would be what it is because everything would be what it isn’t. And contrary-wise; what it is it wouldn’t be, and what it wouldn’t be, it would. You see? “

  5. caramelo diz:

    E foi nesta parte que o bom do John Wayne acrescentou: “son, i forgott to mention you should talk straight. Who the fuck is Alice?”
    Murphy, o problema do governo não é não saber comunicar (já andam a repetir essa ladainha desde o princípio), é mesmo terem pouco para comunicar. Em quantas formas diferentes podem declinar “volta aos mercados”? O problema do Gaspar é falar devagar? Não, é ser mais burro que um calhau lobotomizado. O primeiro nerd burro da história tinha que ser português, sorte a nossa. O Relvas merece os nomes que lhe chamam? Merece. O John Wayne dava-lhe um tiro? Não, ia-lhe ao cu. O que é que fazem os jornalistas? Seguem o Relvas e o Passos e lá estão os melgas a chamarem-lhes nomes. A malta não se junta espontaneamente, organiza-se mesmo e vai chamar-lhe nomes. Estão lá os jornalistas e filmam. Olha o azar do caraças! O cara de cu do Relvas tenta cantar o Grândola e faz figura de parvo? Não é justo pegar nestes fait divers? Mas os jornalistas também lá apanham a custo aquela substância gelatinosa que lhe escorre da boca e escrevem tudo o que o homem diz, com uma paciência e devoção comparável aos estenógrafos do diário das sessões da assembleia da república. Queixam-se de quê? O Sócrates tinha boa imprensa? Do melhor. E aquelas reportagens do convívio do franciú com os bloquistas, comunas e sindicatos? Festas da Lux, só sorrisos e marmelada. Os jornalistas, em troca dos croquetes das festas, calavam-se sobre escândalos e processos, toda a gente sabe. Pronto, terminando, façam lá então aos tipos as terapias que forem precisas, da fala e as outras todas.

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