15 thoughts on “Exacto

  1. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Filipe, dos “famous five” elencados no postal em referência, 3 são aposentados/reformados especialistas na insigne ciência do “bitaite”…

  2. Daniel diz:

    Acho que deviamos estar entusiasmados. Trata-se do lançamento de alguns dos “greatest hits” da política Portuguesa, mas em versão remasterizada. Aposto que quando ouvirmos o album vamos descobrir uma coisinha nova que parecia lá não estar em primeiro lugar. É o início do revivalismo dos anos 90 tal como aconteceu com os anos 80 na década passada. A política também tem direito a criar modas!

  3. João. diz:

    Como é hábito nestas selecções dos media, nenhum comunista.

    Como dizia o personagem de um oficial sul-coreano num filme muito interessante que vi ontem, “JSA”, sobre um “caso de polícia” ocorrido na DMZ: “there are only two kinds of people: communist bastards and those who hate communist bastards”.

    Quer me parecer que estas selecções são feitas por uma versão ideotugalógica deste oficial sul-coreano. O Louçã e o BE está lá para disfarçar esta subtração dos comunistas da televisão no plano do comentário fixo. Com o Louçã já são três bloquistas (mais o Rosas e o D. Oliveira) permamentes na comunicação social.

  4. balde-de-cal diz:

    uma desgraça nunca vem só.
    do escriba diziam que a maior dificuldade que enfrentou foi passar no exame da 4ª classe do ensino primário

  5. cristiana fernandes diz:

    E que tal pedirmos responsabilidades à “classe” jornalística ?
    Já é hora, em vez de nos entretermos a contar quantos são de esquerda e quantos são de direita. Esse tiro é competamente ao lado..
    O que faz mossa é elevarem-se a “comentadeiros” para o probre povinho pessoas absolutamente instaladas e “bafientas”, que além de nunca puderem, por isso, ser independentes no comentário, nada terem a ensinar ou a informar de útil.
    triste povo com tão pobre classe de jornalistas…

    • fnvv diz:

      esquerda/direita, como conservador/progressista, é crucial e é actual. muito.

    • João. diz:

      Os mínimos olímpicos para um comentário independente seria que todos os partidos representados na assembleia tivessem pelo menos um comentador fixo em cada canal aberto que contrate comentadores políticos. Depois haveria que chamar também representantes dos parceiros sociais – empresários, comerciantes, sindicalistas e ainda programas que acompanhassem a actualidade, aqui poderiam ser ouvidos representantes de movimentos cívicos de toda a espécie, desde movimentos religiosos a movimentos políticos.

  6. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Filipe, como diria esse saudoso ex-Sinistro da “Inducação” do Eng.º Alto-Refugiado das Nações Unidas (hoje Alto-Administrador não-executivo do Verdadeiro Ministério da Cultura lusitano): «o difícil é sentá-los!»

  7. caramelo diz:

    Tenho uma máquina geradora de comentário politico e de cultura geral à Marques Mendes e à António Vitorino, que funciona também na perfeição para o género António Barreto e Pedro Lomba, que ponho a funcionar a preços módicos. E manipulo os bonecos, se não forem mais do que dois de cada vez. Entertainment a sério, mais dificil de reproduzir, é o Pedro Arroja e a Maria Teixeira Alves. Esses é que eu gostava de ver.

  8. caramelo diz:

    Como diria dele o Barreto (ó, pus a máquina a funcionar sem querer), o Pedro Lomba é um jovem comentador sensato e responsável, que um dia, se os portugueses ganharem um módico de juizo, juntamente com outros da sua geração tirará Portugal desta encruzilhada afundada num pântano de betão. E vai o Mendes: Portugal está numa encruzilhada e é preciso não desperdiçar o capital politico conquistado na Europa, que, com todos os erros que reconheço, irá provocar a saida da crise. E entra o Vitorino: O PS está numa encruzilhada e não deve desperdiçar a oportunidade de se constituir como uma alternativa sensata ao actual governo, devendo desmarcar-se clara e inequivocamente da tensão desestabilizadora de alguns grupos. E o que diz o Pulido Valente? Ainda ontem em conversa com o Paiva Couceiro concordávamos ambos que neste país só se diz banalidades, lugares comuns, nada se aproveita, é uma mediocridade assustadora, e que já nenhum de nós tem força ou pachorra para incutir um módico de juizo neste povo, a não ser, eventualmente, o Pedro Lomba, se entretanto este não achar melhor ir de vez para Oxford, o que eu compreenderia perfeitamente.

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