Minimalia ( XXXIV)

A revoluções  são  como a trupe  de amigos  da juventude   que vem para jantar.

Primeiro a novidade e  a algazarra, depois a garafeira vazia e as velhas quezílias; no final  estamos mortos de os ver pelas costas.

FNV

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4 thoughts on “Minimalia ( XXXIV)

  1. João. diz:

    Do rio que tudo arrasta…

    – Brecht

  2. balde-de-cal diz:

    um querido Amigo dizia no tempo da ‘outra Senhora’
    ‘só sabemos quando começam’
    (tinha sempre a mala aviada atrás da porta da entrada para não fazer demorar a PIDE)

    o meu querido Amigo Sr. JCS, chefe de gabinete do PM no dia 28.V.1926, ouviu este dizer com ar risonho aos militares que o pressionavam para combater os revoltosos
    ‘esta ditadura não dura 8 dias’
    o Sr João dizia com graça ‘acertou! foram 48 anos. E agora temos outra’. Andou de gravata preta de 1926 até à morte na década de 90.
    não o quiseram entrevistar porque todos quer ter a sua interpretação dos factos e não o seu conhecimento

  3. caramelo diz:

    Ninguém aguenta é a revolução permanente, que é os amigos a viver lá em casa. Quando participo nesses almoços, faz-se em campo neutro, cada um paga o seu e cada um leva o seu carro para se ir embora quando as coisas azedam ou começam a aborrecer. É a revolução feita por mercenários.

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