A revoluções são como a trupe de amigos da juventude que vem para jantar.
Primeiro a novidade e a algazarra, depois a garafeira vazia e as velhas quezílias; no final estamos mortos de os ver pelas costas.
FNV
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A revoluções são como a trupe de amigos da juventude que vem para jantar.
Primeiro a novidade e a algazarra, depois a garafeira vazia e as velhas quezílias; no final estamos mortos de os ver pelas costas.
FNV
Do rio que tudo arrasta…
– Brecht
um querido Amigo dizia no tempo da ‘outra Senhora’
‘só sabemos quando começam’
(tinha sempre a mala aviada atrás da porta da entrada para não fazer demorar a PIDE)
o meu querido Amigo Sr. JCS, chefe de gabinete do PM no dia 28.V.1926, ouviu este dizer com ar risonho aos militares que o pressionavam para combater os revoltosos
‘esta ditadura não dura 8 dias’
o Sr João dizia com graça ‘acertou! foram 48 anos. E agora temos outra’. Andou de gravata preta de 1926 até à morte na década de 90.
não o quiseram entrevistar porque todos quer ter a sua interpretação dos factos e não o seu conhecimento
Ninguém aguenta é a revolução permanente, que é os amigos a viver lá em casa. Quando participo nesses almoços, faz-se em campo neutro, cada um paga o seu e cada um leva o seu carro para se ir embora quando as coisas azedam ou começam a aborrecer. É a revolução feita por mercenários.
vero, molto vero…