Minimalia ( LII)

É preciso  outro governo. Este já não consegue piorar.

FNV

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4 thoughts on “Minimalia ( LII)

  1. manuel.m diz:

    Faz lembrar o livro de Christopher Hitchens :

    “No one left to lie to”

  2. DEUS diz:

    ó gente de pouca fé…este consegue consegue
    e o próximo consegue muito mais depressa
    já o outro a seguir nem que me peça ajuda chega lá…

  3. Jorg diz:

    Gosto de pensar neste governo como Churchill pensava sobre os ‘Amaricanos’…
    “We can always count on them to do the right thing, after they have exhausted all the other possibilities”.
    Porquê este e não os outros…? Porque os outros pensam de outra maneira – acho que foi o João M. Tavares que melhor sintetizou a alternativa. Referiu que o Tozéro e a sua corte orientaram a sua “acção” como aquele consorte cinéfilo no qual brota uma presunta paixão irremediável pela Marion Cothiliard, extendo-se a presunção a uma reciprocidade que, sendo improvável, resta porém não testada. Então, tomam todas as decisões de vida em função desse assolapar, na convicção que se vai viver venturas sensuais, mundanas e sociais acomunados com a gentil Marion. Até que um dia encontram a Marion – que até aí desconhecia tal consorte embeiçado – e esta lhes diz que tem já umas venturas com um canastrão qualquer.

  4. palavrossavrvs diz:

    Em público, toda a gente quer que o Governo caia. Em privado, até o mais esquerdeiro se borra à conta da turbulência atómica desse transe.

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