On essaie

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Na caixa de comentários do último post sobre Montaigne, o Filipe e o Miguel Serras Pereira dizem-me que, afinal, já há duas traduções dos Ensaios em português de Portugal, uma antiga de Agostinho da Silva e outra mais recente de Rui Romão, da Relógio d`Água (a que se vê na imagem). Infelizmente, são ambas parciais e não contemplam a passagem que nos tanto trabalhinho nos tem dado. Voltaremos à carga. Fica a minha surpresa por não haver entre nós, sempre tão francófonos, uma edição integral da obra e o meu alerta/pedido/protesto para que alguém trate disso. Alguém com um francês melhor que o meu, entenda-se.

PP

5 thoughts on “On essaie

  1. caramelo diz:

    Pedro, talvez esteja então na altura de procurar as traduções feitas em português do outro lado. Descobri que existe no Brasil pelo menos uma tradução integral dos Ensaios, do Sergio Milliet, mas acho que não está disponibilizada na net. Fazendo aqui uma vaquinha, encomenda-se. Só pelo “chez nous” seria uma extravagância, mas vale bem um mês de bifes no gambrinus.
    Descobri aqui:
    http://www.periodicos.ufsc.br/index.php/travessia/article/view/17472/16043

  2. ppicoito diz:

    Bem, temos que ver se vale a pena. Não é pelo chez nous, mas não sei se os caras. a esta hora, ainda falam a mesma língua que a gente, né?

  3. manuel.m diz:

    Caro Pedro :
    Porque não começar uma tradução on-line ? Parece-me que já surgiram suficientes boas vontades para se pensar nisso… O trabalho dividia-se, e quando houvessem resultados estes seriam publicados para apreciação geral e recolha de sugestões. O Pedro seria o mentor e coordenador do grupo e logo que um dos ensaios merecesse a concordancia geral ía para a categoria de “produto acabado”. E assim, pouco a pouco,teríamos feito senão uma obra literária de excelencia mas pelo menos uma verdadeiramente original : A primeira tradução on-line e a várias “mãos” de Montaigne e ,modéstia à parte, ao mesmo tempo que estariamos a prestar um serviço publico .
    Com a ideia de estimular entusiasmos e adesões resolvi traduzir parte do prólogo da obra de Sarah Bakewell – Como Viver : Uma vida de Montaigne numa pergunta e vinte tentativas de resposta.
    Se achar que vale a pena envio, e o Pedro tem a liberdade de publicar ou não, dividindo o texto se o achar demasiado longo.
    Cordiais saudações
    manuel.m

    • caramelo diz:

      Eu concordo e alinho. Sempre é uma forma de testar e desenferrujar o meu francês.

    • ppicoito diz:

      É uma excelente ideia, mas tenho falta de tempo e falta de francês para me meter na aventura. Embora com mais tempo, mais calma, mais vagar para comparar versões, quem sabe…?

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