Uma coisa má e uma coisa boa

Ei-las:

A má:

Casar sob medidas de segurança.  Ainda bem que sou um conservador rafeiro. Gosto de convervar coisas boas,como, por exemplo, o direito  a uma pessoa perseguir a sua felicidade quando ela não belisca  a de ninguém ( casar, enriquecer, educar os filhos onde se quer etc).

A boa:

Um relato objectivo  da provocação às forças de segurança. Tão raro, não é?

FNV

11 thoughts on “Uma coisa má e uma coisa boa

  1. António diz:

    Se fossem “indignados” ou movimentos sociais de cara tapada lá se ia a objectividade….

  2. Bone diz:

    Fundamentalismos à parte, a questão é se é possível enriquecer ou até que ponto é possível enriquecer sem “beliscar” ninguém. Fossem os recursos infinitos.

    • Cunhal:todos têm direito a ser felizes.Mesmo nos gulagues... diz:

      O grande lenine escreveu na pedra:um dia todos teremos sanitas de ouro.
      A minha patroa prefere platina,a menos que haja uma alínea marxista a proibi-lo.

      • Bone diz:

        Admirável coisa é ver muitos pecados como se fazem, e ouvir como se confessam! Vistos fora da confissão, e em si mesmos, são pecados e graves pecados; ouvidos na confissão, e com as cores de que ali se revestem, ou não parecem pecados, ou parecem virtudes. (PAV)

      • fnvv diz:

        exacto:
        Cum ejecisset daemonium, locutus est mutus, et admiratae sunt turbae

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