Parabéns

À tal universidade com as suas  ruas  e tradições “bafientas”, “provincianas” etc …

Bem, pode ser que os meninos  das Repúblicas revolucionárias deixem de grafitar o património e as “forças vivas”  da cidade  reconstruam os casebres da Alta ( que ainda os há  e muitos) do património.

FNV

11 thoughts on “Parabéns

  1. floribundus diz:

    nunca esquecerei a ‘Alma Mater’. troquei a possibilidade duma cátedra pela indústria
    por pensar ser mais útil ao rectângulo.
    enganei-me. os sociais-fascistas rebentaram com tudo o que mexe.
    ‘Coimbra tem outro encanto ….’
    mesmo com D.João III ‘o mamarracho de costas para a paisagem’ dizia Ramada Curto

  2. Mestre Zé diz:

    Pois..

    Cada um fica com a sua.

    Eu “perdi” lá dois anos. Não encontro uma lembrança positiva. Isto é, ninguém me fez mal e até gostei das aulas. Simplesmente não me adaptei aos “costumes” ou “tradições” como lhe queiram chamar. Todo o “estilo” da coisa fazia-me uma confusão danada.

    Como é evidente tenho lembranças positivas. Mas estão sempre associadas a um sentimento constante de “o que é que eu vim para aqui fazer?”. Quando acabei o que me propus fazer na Universidade de Coimbra, e que não podia ser feito e mais lado nenhum em Portugal, fiquei contente.

    Agora, os monumentos, edifícios, etc.. é tudo muito bonito sim senhor.

  3. Que parabéns tão inquinados…

    Desconheço a evolução do processo de candidatura, que foi longo e do qual ainda ‘apanhei’ parte (o próprio processo é, por definição parcial, isolando um espaço dentro de outro, socialmente mais vasto).

    Aceite, contudo :), os parabéns pelo seu primo Coord. Científico e grande sedutor pela palavra (recordo-me bem de uma palestra de apresentação do processo e de ter comentado com alguém que ele poderia rentabilizar os dotes de orador junto de outros coordenadores sem oral, sem escrita, sem nada).

  4. caramelo diz:

    É bom. Eu também espero que as forças vivas reconstruam aquelas casas, sobretudo porque era importante repovoar a zona e dar condições dignas aos que agora ainda lá moram. Que isto não seja só um chamariz para os turistas.

    • Não terá ainda uma década a aquisição de alguns imóveis com algum valor patrimonial que levaram com alguma cirurgia de fundo. Objectivo: transformação em propriedade horizontal, venda a preços exorbitantes a casais jovens, pois importante era mesmo a cena plástica: enchendo a Alta caquética de jovens desempoeirados e seus rebentos e seus automóveis topo de gama saindo de portões automáticos e por eles reentrando, as coisas pareceriam melhor para inglês ver. Que isto ‘coabite’ com os idosos e os caloiros mais deserdados em quartos arrendados aos tais idosos vivendo em condições infra-humanas, sofrendo assaltos numa zona com iluminação precária e falta de vigilância e se acredite que o resultado da candidatura vá alterar seja o que for a não ser para os do costume, parece-me ingenuidade, como me parece uma demonstração da mais atroz vileza tanta preocupação com a porra do património imóvel enquanto as pessoas se desmoronam em fanicos.

      • fnvv diz:

        enchendo a Alta caquética de jovens desempoeirados e seus rebentos e seus automóveis topo de gama saindo de portões automáticos e por eles reentrando, as coisas pareceriam melhor para inglês ver

        ver isso ? só se for com LSD…
        o que se vê é lixo, caral….. nas paredes n famoso Machado de Castro, ruínas, vomitado de 5ª a Dº.

      • caramelo diz:

        . Alexandra, automóveis topo de gama a sair de portões automáticos naquelas ruas da alta? Só se for o carro do senhor prior a sair da porta da Sé Velha para o largo. Eu acho que os idosos agradeceriam que as casas se enchessem de jovens, desempoeirados ou não, até por questões de segurança, mas a alta de Coimbra vai demorar a estar na moda, como a zona do Chiado em Lisboa, até porque a construção é diferente. Esta classificação pode ser um empurrão para que o governo ou a CE dê mais dinheiro para a reabilitação da alta, que vai demasiado lenta. Urgente mesmo era dar mais condições aos idosos que lá moram e colocar mais policiamento. A sujidade e a falta de respeito pelo património é uma vergonha, como diz o Filipe. E não se esqueçam da baixinha, já agora. Também lá mora gente. por enquanto.

  5. Termino a minha participação neste assunto com o post perfeito, poético, pela mão da Joana Lopes:

    http://entreasbrumasdamemoria.blogspot.pt/2013/06/o-deserto-do-meu-contentamento.html

    (e eu até sou mais mares 🙂

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