Calor sólido ( II)

O gestor acordou bem disposto. Eram sete da manhã e ainda não tinha feito nenhuma asneira. Assobiou e o pai  apareceu à porta do quarto com o jornal na boca. Filho, larga isto tudo , eu sei que queres…

O gestor  foi de roupão até ao jardim, mirou a piscina de vinte e cinco metros, a mulher inanimada numa chaise longue esquecida da festa da véspera  e o Porsche Panamera estacionado no terraço . Bem queria largar isto tudo, mas o dever… o dever é uma cruz.

FNV

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One thought on “Calor sólido ( II)

  1. floribundus diz:

    por causa deles os contribuintes são vítimas do ‘dever’ sem ‘haver’

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