Nova teoria do caos

Em resumo, porque fomos capazes de regressar à essência das coisas foi possível preservar o essencial e promover o desenvolvimento e a redução das desigualdades a nível mundial.

Ou seja, o desemprego definitivo  do Marcelino,50 anos,  de  Proença-a-Nova,   melhora  a vida dos sakalava de Madagáscar.

FNV

15 thoughts on “Nova teoria do caos

  1. juro que não compreendi o texto da senhora. diz:

    “Um pressuposto fundamental que consistiu na definição de um objectivo comum, que funcionou como mola impulsionadora e mobilizadora de toda a sociedade. Ou seja, numa lógica de bem comum, reinventar a solidariedade, recuperar a noção da responsabilidade colectiva, a certeza que os nossos actos individuais são importantes, determinantes, para o bem-estar colectivo, sendo que existem direitos e deveres que não podem ser esquecidos. Foi exigido um regresso ao essencial, um despojamento de tudo aquilo que vinha invadindo as nossas vidas, sem lhes acrescentar valor.”

    – quais são os direitos e deveres que não podem ser esquecidos?
    – o que é “o essencial” e qual é o ansiado caminho de volta? e quem nunca conheceu “o essencial” e foi formatado pelo “dispensável” “secundário” ou “adicional”, conseguirá perceber que lá está quando lá chegar? isto é, conseguiremos nós distinguir o essencial do não essencial? seguindo a mesma lógica, será a senhora jonet essencial ou suplementar? serei eu essencial? os sindicatos? a democracia? o benfica?
    – quem são esses invasores que não acrescentam valor? não foi jesus que expulsou os comerciantes, vendilhões e cambistas de um templo qualquer? são esses os invasores?

    pergunta bónus: qual é o “objectivo comum”, que é constituído pelo “pressuposto fundamental”, e que funciona como “mola impulsionadora”? espera. esta eu sei. o objectivo comum é “reinventar a solidariedade” “numa lógica de bem comum” recuperando “a noção de responsabilidade colectiva”. é isto?

    ps: estou a brincar em relação ao benfica. é óbvio que é essencial. para benfiquistas e, sobretudo, para anti-benfiquistas.

  2. João. diz:

    Otávio Teixeira (PCP) sobre o euro:

  3. Miguel diz:

    Pois é. Sempre a reinventar a roda. A minha conclusão é que além de ser uma pessoa má, a Isabel Jonet é burra.

  4. João. diz:

    É bom ver também o espécime de seu nome Francisco Louçã – aqui há tempos, no blog, apontado como o homem da verdade sobre o euro (parece que não são só os banqueiros irlandeses que tiram números do interior da bunda):

    http://otempodascerejas2.blogspot.com.br/2013/06/portugal-e-o-euro.html

    • fnvv diz:

      O D&Q é imune à arte leninista: nunca Louçã foi aqui apontado como o homem da verdade ( muito menos por mim…), foi dito que é assim que se faz: traçar cenários, falar sem medo.

  5. João. diz:

    Foi você fez um post sobre a opinião de Louçã sobre a saída do euro com o título “Falar Verdade”. E Louçã, falando essa verdade, compara a saída do euro com a segunda guerra, sendo que nessa comparação se esqueceu de referir que no pós-guerra houve um grande crescimento económico em Portugal.

    A sua obsessão em ser (o que é dizer, “parecer”) independente fá-lo presa fácil de qualquer um que associe a palavra “independência” ao seu discurso. É preciso não esquecer que a única coisa que temos certa sobre o que se diz da independência é que tudo o que se diz da independência se diz do nome “independência” – e não da independência como tal.

    • fnvv diz:

      Não sou nada independente. Sou antinazi, antifascista , anticomunista e antiescuteiros.
      Falar verdade era o título do post e quem o ler percebe bem : dizer a verdade sobre o que se pensa.

  6. caramelo diz:

    Jonet nº5, L’Essence. Até onde pode ir a depuração da vidas das pessoas? Recorda-nos hoje o Publico que os idosos já não conseguem comprar todos os medicamentos de que precisam.A Jonet não é má,nem burra. Digamos que não é uma excelente pessoa,nem particularmente inteligente; as coisas não são a preto e branco.

  7. jpt diz:

    Isso do marcelino (a la o zé do Paulo Portas) e dos sakalava, raisosparta …. é do piorzinho que V. meteu, tamanho o que transpira e o tanto que mostra que não percebe o que roda nem se percebe a si mesmo. Mas deve ser do tédio que acima fala, que vem botando cada vez pior. Ou então talvez não, apenas me entedia

    • fnvv diz:

      Só duas achegas à sua contribuição iluminadora :

      o Zé é do Durão Barroso
      O tedio é do Luís M. Jorge

      Boa continuação

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