Da inteligência.

Paulo+Portas[1]

Se eu pudesse escolher um inimigo, escolheria um inimigo “muito inteligente”. Os homens comuns são demasiadas vezes cautelosos, obstinados, sistemáticos, burros de carga, mouros de trabalho. Pensam no contexto e no longo prazo. Desconfiam dos outros, porque conhecem os próprios limites. A “inteligência” é para eles uma perturbação egotista,  manipulável, uma pedra no caminho de quem a exibe. Um convite à ingenuidade e à inconstância. Enfim, uma fraqueza.

Não há coisa melhor do que um inimigo “muito inteligente”.

Luis M. Jorge

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4 thoughts on “Da inteligência.

  1. A.Lobo diz:

    Comentando os pequenos apontamentos permanentemente passdos nas televisões onde Paulo Portas aparece, dizia um participante num dos muitos “forum” que enxameiam as rádios e as tv’s, que Portas deveria ser óptimo nas danças de varão com muitas luzes coloridas, espelhos, alcatifas vermelhas e champanhe a jorros.

  2. fernando cardoso virgilio ferreira diz:

    Caro Filipe, melhor que um inimigo muito inteligente é ter um adversário muito estupido mas muito seguro de si: em resumo um coelho…

  3. gilson diz:

    Se for uma luta fisica, melhor escolher um inteligente como adversario…se ele não for forte. Se for uma luta em terreno não físico, escolher o inteligente como adversário é optar pela derrota certa.

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