Diz um exemplo de separação entre os compadrios

 Dizer, dizem muito, fazer sem a rede dos compadrios públicos e partidários, é que nunca foi com eles e elas.»

FNV

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9 thoughts on “Diz um exemplo de separação entre os compadrios

  1. floribundus diz:

    o mal dos políticos profissionais portugueses ‘e afins’, praticantes do canibalismo ético,
    está em considerarem-se cidadãos e viverem à custa dos contribuintes ou ‘res nullius’.
    por essa razão quando erram devem ser tratados no limite da crueldade.

    tal como na minha juventude: ‘a miséria moral não tem lei’

  2. Carlos Duarte diz:

    Suponho que o facto da MFL ter toda a razão não interessa…

  3. A.. Lobo diz:

    Penso que hoje a CIP & Cº Lda. já não representam a voz da grande maioria das empresas industriais e por isso pergunto: qual a percentagem das empresas que estão direta ou indiretamente (via associações patronais) filiadas na CIP?
    Pelo que vejo na minha prática empresarial, os industriais da minha geração ( 40 anos) não estão disponíveis para se inscreverem nas associações.
    Vejamos/investigue-se a idade dos dirigentes associativos e o nível de sucesso e progresso das suas empresas. Tal como os sindicatos, já muito pouco são ouvidas. e representativas. Ainda gostava de conhecer as votações nas diversas associações sectoriais.
    Sem querer ofender ninguém há muito dirigente que não quer sair de lá para arranjar as suas vidinhas e estragar muito as dos outros (a maioria) que não querem saber delas para nada.
    Estamos noutro tempo, pensemos noutros modelos, pensemos também noutro modelo de concertação social, o que existe para pouco já serve. Quando vejo as entradas e as saídas das suas reuniões, fico triste com a ineficiência e a perda de tempo de todos.
    Veja-se o que se passa nos EUA, na Alemanha e nos Países nórdicos. Copiemos, simplifiquemos, tornemos as associações empresariais e sindicais mais úteis.

  4. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Filipe, António Nogueira Leite não é porventura aquele senhor professor doutor da Universidade Nova que foi “in illo tempore” militante destacado do CDS/PP, depois Secretário de Estado do “cardeal-ministro-iminência parva” Aspirina Moura no (Des)Governo Guterres e a seguir conselheiro do Láparo Primeiro-Sinistro quando este não passava de aspirante-a-Sócrates? O mesmo que, certamente por méritos reconhecidos na sequência de concurso público, foi nomeado já durante este (Des)Governo para o insigne cargo de VP do CA da CGD, S.A., a que renunciou por causa da falta de estratégia organizacional?
    À falta de filosofia e de bibliografia, junta-se o excesso de biografia e a sede de protagonismo…
    Para ele uma modesta proposta de minha lavra: «Senhor, cuidai antes de seguirdes sempre e por leal caminho o real conselho de Sua Majestade Católica em tempo dado ao sucessor de Simón Bolívar…»

    • fnvv diz:

      “a que renunciou por causa da falta de estratégia organizacional?”
      só depois da OPA dos Mello sobre a Brisa…

      • Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

        Caro Filipe, foi o argumento dele para sair por não ter sido nomeado, como presumo que aspiraria, para o cargo de Presidente do CA da CGD, S.A….
        No fundo, os membros das nossas cliques dirigentes são aspiradores, isto é, aspiram sempre a ser qualquer outra coisa ou a estar em qualquer outra posição.

      • fnvv diz:

        aspiradores: muito bem visto e aplicado…

      • vicente diz:

        «Nogueira Leite demite-se da CGD depois de “o essencial estar feito”»

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