Recibos verdes

Trocámos um desgoverno por uma guilda de mulheres -a-dias.

FNV

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10 thoughts on “Recibos verdes

  1. XisPto diz:

    Vai ganhar a aposta. Não em 8 mas em 15 dias vamos para eleições, o contrário do pretendido por Cavaco, com os juros a 10% e um segundo resgate (resgate, não as mutualizações soft em curso) muito provável.

  2. floribundus diz:

    pareceu-me que o PR discursou na qualidade de mandatário dos credores.
    saiu pela janela toda a escumalha política que governa e quer governar.
    ‘prognósticos só depois do jogo’

  3. Bone diz:

    E a governanta? será o Silva Peneda?

  4. Jorg diz:

    Não achei nada mal – ainda que perceba o contraste com a ‘instantaneidade’ que se induziu como forma d’agudo pensamento para formulação de “estrategia”.
    Essa ‘instantaneidade’ foi – eventualmente estaria latente lá dentro – o que ‘matou’ este governo. O PR falou de forma clara, adulta e inteligente – e, pasme-se com coerência. Por exemplo, lembro-me do último conselho de Estado onde o tema era o ‘Pós-Troika’. Tal já estará esquecido ou embotado – a lembraça foi antes do ‘circo’ de conselheiros ‘comentadeiros’ a fazer fretes aos breviários e as faunas que a volta deles coalescem. Perante esta crise, os ministros e parlamentares da maioria entretiveram-se num circo igualmente idiota e inane. A ‘oposição’ – do “arco do regime” – continuou aseu registo ‘penible’, acossada ainda pela ressureição de um ou outro zombie da socretinada e xuxalada associada que alegremente converteu tanto de País em choldra e com fama de caloteiro.

    A crise da Nação tem a ver com um Estado e Para-Estado da porcaria dita ‘não transaccionável’, mais os serviços, abundantes na Capital e que contrastam com a mingua, na mesma capital ,de ‘Capitães de Industria” ou mesmo de Banqueiros que finaciem coisas que se vejam na sua permanência de dar sustento a gente que vive do seu trabalho. É caro, sorna e muito mantido por ‘voluntarismos’ (na parte substâncial) e pela bazófia – naquela multiplicação d’opinião e conversa da treta onde as coisas antes de ser já o eram. Lidar com isto implica que gente que se projecta em “assunção” de responsabilidades presentes e/ou futuras ganhe juízo, não minta e não ande a emular ‘negociações’ ou ‘re-negociações’ pifias e vazias. Os ‘voluntaristas’ que trabalhem mais com as outras pessoas – ainda que a desconfiança mútua, a incapacidade de em tanto da Nação, se trabalhar ao lado dos outros, sem peneiras ou submissões, seja tão difícil. Os “bazófias” que abandonem a conversa e trabalhem. E o resto das ‘elites’, ‘senadores’ e tralha que pulula pelos média ou como opinionistas ‘paineleiros’ ponha reflexão antes de opinião. Um presidente que diga isto, e que exiga juízo e o fim das palermices, merece o meu respeito. E se chamar governanta – como Rio que aqui se refere – para tratar “canalha” ás vezes resulta.

    • caramelo diz:

      Concluindo, que já vai tarde: O Pacheco que fale menos e faça alguma coisa.
      O jorg, no estilo, faz lembrar o saudoso doutor Mário Nunes, um intelectual orgânico de Coimbra que em vida era gozado por muitos e que na morte vai a caminho dar o nome a três avenidas, duas pontes e um rio, se não à própria cidade, o que não seria descabido. Temos dito e por isso estamos muito contentes connosco.

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