Uma vida dura e agora os carrascos…

“Não podemos deixar, como dizia a Simone de Beauvoir, que os nossos carrascos nos criam maus costumes», indicou Assunção Esteves, que já tinha citado esta frase em 2006 num debate no Parlamento Europeu quando era eurodeputada.”

Ainda gaiata, e apenas com um título de basquete do Valpaços no curriculum,  foi nomeada para o TC, depois teve de fazer as malas e abalar para Estrasburgo, desgraçada. Não admira que ao 42 já estivesse reformada, coitada, uma vida dedicada ao bem comum.

FNV

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9 thoughts on “Uma vida dura e agora os carrascos…

  1. zé serra diz:

    http://videos.sapo.pt/jvWO3j2azpzN6IQlZEnV

    bem sei que o despautério da sra. presidente é o naco delicioso a petiscar.

    convenhamos, no entanto, que este protesto de um grupo de agitadores [que as redes sociais – à maneira do big brother – teimam em apelidar de «os portugueses»] é simplesmente vergonhoso e indigno de um estado democrático…

    não sei a proveniência dos agitadores, nem me interessa, mas se forem os mesmos [ou da mesma cor, agremiação ou fação política] que estes [http://economico.sapo.pt/noticias/trabalhadores-da-carris-querem-12-por-mes-para-cortar-cabelo_173216.html] estamos conversados…

    tens seguido a novela do bruma, filipe? tá gostosa, não tá? e ouviste a notícia dada por uma rádio colombiana? parece que o jackson martinez não recebe há 3 meses… haverá ameaças de joelhos partidos?

    tudo isto para dizer que vivemos numa choldra.

    aquele abraço

    • fnvv diz:

      avisei-te em tempo que o Bruma seria o próximo reforço da vossa ex casa mãe.
      abraço solidário

    • João. diz:

      Não. Indigno de um Estado democrático é o Ferreira do Amaral depois de negociar em nome dos portugueses uma PPP com a lusoponte que, embora já tenha sido paga duas vezes, continua a receber rendas do Estado, o Ferreira do Amaral dizia, ir para a direcção da lusoponte e não só não estar muito receptivo, agora do lado da Ponte, a dimunuir as rendas do Estado que atravessam a ponte como ainda vem dizer que os tugas andaram todos a viver acima das possibilidades e que portanto têm que aceitar cortes nos rendimentos:
      “A Lusoponte já recebeu em rendas do Estado e em receitas de portagens o dobro do que investiu na construção da Ponte Vasco da Gama. A empresa detida, maioritariamente, pela Mota-Engil investiu 578 milhões de euros na construção da segunda travessia do rio Tejo e, desde 1995, já recebeu 364 milhões de euros em indemnizações, mais 746 milhões de euros em receitas de portagens das pontes 25 de Abril e Vasco da Gama. No total, recebeu 1,1 mil milhões de euros.
      A forma encontrada por Cavaco Silva, primeiro-ministro em 1995, para compensar a concessionária pela construção da Ponte Vasco da Gama foi garantir-lhe que ficava com a receita das portagens das duas pontes sobre o Tejo. O acordo, negociado pelo então ministro das Obras Públicas, Ferreira do Amaral e agora presidente da Lusoponte, e Eduardo Catroga, então ministro das Finanças e agora chairman da EDP, começou a ser contestado logo quando foi assinado, em 1995, e foi efectuado um reequilíbrio financeiro da concessão de 90,4 milhões de euros”

      http://sol.sapo.pt/inicio/Economia/Interior.aspx?content_id=44685

      E ainda:

      http://www.tsf.pt/PaginaInicial/Economia/Interior.aspx?content_id=3226486

      “Entrevistado na TSF e Dinheiro Vivo quando o Governo se prepara para iniciar uma nova fase de renegociação com a Lusoponte, o presidente da empresa avisa que não vai ser fácil embaratecer a concessão, mas sublinha que está sempre disponível para negociar: «É uma opção estratégica da Lusoponte. Estamos cá para negociar qualquer pretensão que o Estado tenha». Mas lembra que «obviamente o Estado não pode esperar outra coisa senão que preservemos o equilíbrio financeiro do projeto. Isso tem de ser, senão a banca internacional saltava-nos em cima e mastigava-nos até ao tutano… ” Então andei a emprestar dinheiro a estes tipos para ele andarem a brincar com isto?” …»

      Contactado pela TSF, o Ministério da Economia assegura que «há margem para negociar».

      Joaquim Ferreira do Amaral diz que tem «toda a disposição para escutar as pretensões do Estado» mas sublinha que «não sabe bem quais são as pretensões do Estado, porque explorar isto de forma mais barata não é fácil… temos uma belíssima exploração, ganhámos prémios, temos um bom serviço… alterar isto para melhor não vai ser fácil». ”

      Vale ainda a pena ver quando ele diz basicamente que andou tudo a mamar deitado e que portanto agora a austeridade é uma simples consequência disso.

    • João. diz:

      “não sei a proveniência dos agitadores, nem me interessa, mas se forem os mesmos [ou da mesma cor, agremiação ou fação política] que estes [http://economico.sapo.pt/noticias/trabalhadores-da-carris-querem-12-por-mes-para-cortar-cabelo_173216.html] estamos conversados…”

      Imagine que você vai negociar com a sua empresa o seu salário. Você propõe X e a empresa diz que não pode chegar aí, que pode dar Y, mas que pode juntar a Y, N cortes de cabelo por ano. Você preferia o dinheiro em vez dos cortes de cabelo mas aceita a proposta e ambas as partes saiem satisfeitas.

      Até que algum tempo depois lhe começam a chamar xulo e parasita por causa dos cortes de cabelo mesmo que tenham sido oferecidos pelo empregador na negociação do salário.

      A meu ver o fdp é o que anda a chamar xulos e parasitas aos trabalhadores mas como os acordos com os trabalhadores neste país não vale nada é natural que quem tenha que continuar a ser chamado de xulo é o trabalhador.

      • João. diz:

        “saem” em vez de “saiem”.

      • zé serra diz:

        você é que está a chamar xulos e parasitas a essas vítimas dos patrões…

      • João. diz:

        Eu não. Quem chama é o governismo. O que foi complemento salarial, ou se quisermos, uma parte do salário paga em géneros, passou a ser previlégio, parasitagem, etc. A reclamação dos motoristas então é que uma vez que o empregador quer deixar de pagar uma parte em géneros que a passe a pagar em dinheiro porque, na verdade, o fim dos N cortes de cabelo pagos pela carris é um corte salarial que, então, se junta aos demais cortes que já foram efectuados. O que eu pergunto é se há um corte salarial a mais que se aplica só ao pessoal da Carris? É que se for assim que se diga e não se venha falar em corte de salário como se se falasse em cortar um previlégio ilegítimo.

  2. floribundus diz:

    em 71 vivi meses em Massy (91) próximo do bidonville antes de conseguir alojamento na citè.
    recordo a canção anti nazi ‘les loups se sont arretés a Massy’
    ‘ras le boile’

  3. floribundus diz:

    bole ou en avoir assez

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