Contratempo (II)

Parece que foi um festim. Os briefings do Pedro Lomba foram uma fome de paladar sempre absoluto (  Maria Ângela Alvim).

Talvez tenha visto e ouvido mal, mas o que percebi foi que os briefings serviram para o que devem servir: pôr as coisas em pratos limpos, fazer transpirar governantes, dar notícias.

Enfim, à portuguesa,   os bons briefings deveriam ter sido, calculo, um chá das cinco.

FNV

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One thought on “Contratempo (II)

  1. floribundus diz:

    além e chá das tias, como diria José Vilhena,
    ‘os pobres ainda ficaram em dívida conosco’

    lembram-me ‘o mundo ao contrário’ do palacete do conde de Mangualde
    «o cavaleiro carrega o burro às costas»

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