Cozinha, depressão & liberdade

No  Depressão Colectiva.

FNV

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4 thoughts on “Cozinha, depressão & liberdade

  1. Fiquei para a minha vida com a galantine de percebes em toupée de polenta. Você não brinca em serviço.

  2. vlx diz:

    Tens toda a razão. Ninguém pensa nisso, que no fundo é tão simples: “estás a ver-te a chapear 800 postas/ano”? Poucos conseguem compreender a enorme diferença que há em “ir para a cozinha preparar com carinho uma farofinha” (Vinícius, cito de memória, coisa que as pessoas, sempre baralhadas, muitas vezes confundem com ‘cito de cor’ que, para lá de ser estúpido, no fundo pretende dizer exactamente o contrário…) para os amigos saborearem e ter de a preparar diariamente para a clientela que irá pagar os ordenados, licenças, contas e taxa audiovisual, queijos e quejandos (impostos incluídos) até à insolvência final…
    Se se imaginar o trabalho de uma profissional do sexo (eufemismo tão em voga), a conclusão é exactamente a mesma. Uma pessoa acaba enfartada na mesma.
    Grande abraço, Filipe!

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