Não é a Síria

O meu conversor de árabe é  uma sucessão de trapalhadas, mas lá encontrei a versão em inglês do artigo de Nayla Tueni, velha conhecida das andanças da antena  islâmica. É interessante verificar que os acontecimentos confirmaram na íntegra  as previsões de Laborie Iglesias.

Tal como aconteceu  nas  guerras da Coreia e do Vietname, os territórios que nomeiam os conflitos são um trompe l’oeil. A diferença formal  para o conflito sírio é que há mais do que dois blocos. A diferença estrutural reside no facto de que já não se trata só de combinar aspectos tácticos com o proselitismo político. Damasco é o  volante do motor, e com muito mais do que apenas gás sarin, que tem de continuar em ponto morto.

FNV

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