Para onde emigrar.

Este pequeno teste identifica a nação europeia mais alinhada com os valores em que você se reconhece. Parece a brincar mas foi inspirado no European Values Study, uma pesquisa do departamento de sociologia da Universidade de Tilburg. Calhou-me a Noruega, o que revela um certo desprendimento do espírito cientifico pelas minhas análises do belo sexo.

Suécia, amigos. Suécia.

Luis M. Jorge

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63 thoughts on “Para onde emigrar.

  1. Calhou-me outro da Escandinávia: a Dinamarca.

  2. João. diz:

    A mim calhou-me a Islândia.

  3. jj.amarante diz:

    Também me saiu a Dinamarca, país de que sou grande fã, terra das coisas lindas e de pessoas solidárias que pensam.

  4. República Checa? Vá o Senhor.

  5. podendo... diz:

    Dinamarca…se ainda fosse a tempo.Não aparecem países com governos leninistas?Ninguém quer ir para lá?

  6. VISITANTE DO ESPAÇO diz:

    A Mim calhou me Malta ,

  7. João. diz:

    experimentei votar tudo “Não” e deu a R. Checa. e experimentei votar tudo “Sim” e deu Turquia.

  8. Celso R. diz:

    Suécia. Vai tudo para norte.

  9. Miguel diz:

    Ahah. Vou para a Suécia.

  10. XisPto diz:

    França. Quelle bêtise!

  11. Jorg diz:

    Curiosamente, saiu-me o País para onde tive de emigrar – já há uns anos largos….
    Aquele, que desde ontem continua “in guten Händen”….

  12. Joana diz:

    Saiu-me a Suécia, que sensaboria. Здравствуйте!\nЧтобы посмотреть свой результат теста, перейдите по ссылке?!

  13. André diz:

    Merda, merda, merda… Noruega?!!! Parece que não me conheço…

  14. Gustavo Santos diz:

    Malta?…. Malta? Cum raio….

  15. Daniel diz:

    Islândia… Acho que falta um ponto perguntando se conseguíamos viver mais de 4 meses com frio.

  16. caramelo diz:

    Eu assinalei as cruzinhas em ziguezague por ali abaixo e calhou-me Malta. Como acho que esse país nem existe mesmo, é só uma espécie de cais, vou lá embarcar e correr mundo, como o Corto Maltese, com uma tripulação de suecas. Primeira paragem, Veneza, para encher de grafittis durante a noite.

    • Jorg diz:

      Corto Maltese com suecas? Isso aparece nalgum filme da SiC Radical? Ou de outro canal daqueles de subscrição?

      É que não lembro nenhuma escandinava – havia uma australiana (a “Romantica Bijou”), uma serie de sul-americanas – aculturadas, quando não de etnia..-, chinesas… A norte, Irlandesas, uma polaca e a Seminova do Comboio….
      Mas no fundo, a chatice ou – canibalizando o autor do blog ” Depressão Colectiva”- boa parte destas angústias – e do IRS associado, a ansiedade – vem do peso das ilusões, neste caso de querermos demasiado que exista um País imenso cartografado por Hugo Pratt…

      • caramelo diz:

        Eh pá, que chato, tanto faz, um navio cheio de gajas boas, à Milo Manara, pronto, com grandes caixas torácicas para soprar as velas nas calmarias e que saibam fazer limonada. Eu sei bem que ando a pensar coisas acima das minhas possibilidades e sou um risco para o mercado. Já fiz a sério o teste e deu-me a Dinamarca, mas acho que eles acabaram agora mesmo de fechar as fronteiras.

  17. Vou para a Dinamarca, 1º país que visitei vai para 42 anos !!!
    E de que gostei muito. Copenhague é uma cidade óptima…ou pelo menos era em 1971.
    Cumprimentos

  18. O Losurdo que foi aqui citado é um pensador marxista. É normal que desconsidere o liberalismo e o coloque do outro lado da sua barricada.

    • Miguel diz:

      Claro. Nada disto se distingue de um Sporting-Benfica. E a realidade, é sabido, é uma superposição quântica entre o Voltaire esclavagista e o Voltaire não esclavagista: é natural que quando a medição é feita por um Losurdo marxista, dê esclavagista; quando era feito por liberal Isaiah Berlin dava não esclavagista. É óbvio.

      • Claro que cada um foi o que foi, fruto das circunstâncias da sua época. Eu também poderia dizer que Marx foi um intelectual burguês que explorava os proletários que trabalhavam para si e que nunca entrou sequer numa fábrica, mas não vou dizer isso, seria estúpido. O que eu digo é que é natural que um marxista queira “desconstruir” o pensamento liberal, porque o marxismo é inimigo deste. Ideias, não pessoas.

      • Miguel diz:

        Sérgio, o ponto não é esse. Não se trata de um concurso de virtudes pessoais. O Losurdo deu-se ao trabalho de documentar a crítica que faz aos liberais citando-os no contexto relevante: os seus (dos liberais) escritos teóricos. O equivalente seria encontrar em Marx textos em que este justificaria o colonialismo, o esclavagismo, o racismo. Eu não preciso de subscrever nenhuma tese marxista para reconhecer que a crítca do Losurdo é pertinente e que o seu trabalho é útil. A partir destes dados, é possível colocar novas questões: será que a defesa do liberalismo na prática implica a existência de “classes dominantes e dominadas”, ou será possível defender o liberalismo como um conjunto de valores a aplicar de forma verdadeiramente universal? como? É útil saber que os “pais fundadores” não resolveram, nem procuraram, resolver a segunda questão, pois responderam pela positiva à primeira.

      • OK, Miguel,

        Não tendo lido a obra em questão, não posso argumentar sobre o conteúdo. Admito que se a crítica é feita às contradições inerentes ao pensamento liberal, possa estar bem feita, e que portanto o facto de ele ser marxista não é relevante. Apesar de continuar a achar que criticar as ideias liberais apenas pela via das contradições entre teoria e prática de alguns (repito, alguns) dos seus defensores não seja muito produtivo.

    • Isso é uma visão redutora. A palavra ao pensador: «Ses mérites [do liberalismo] sont trop évidents pour qu’on ait besoin de lui en attribuer d’autres, complètement imaginaires» [http://www.liberation.fr/livres/2013/03/06/les-taches-de-naissance-du-liberalisme_886760].

  19. Leitor diz:

    Fiz o questionário saiu-me a Islândia e enviei o link para colegas na empresa (base é composta, na sua maioria, por homens economistas e engenheiros).
    E pelas respostas constatei que a faixa abaixo dos 40-50 vai toda para a Escandinávia. Os maiores de 50, sobretudo, vão para destinos tão giros como Malta e Irlanda do Norte…

  20. Sessenta comentários. Em português, diabos levem a diáspora.

  21. “Poizé” não, por favor. Com efeito fica melhor.

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