Vai ter menos um porta-chaves no Natal

Como reprimenda, o magistrado que cometeu   esta pequena falta: se a notícia estiver correcta, um tipo que era acusado de ter arrebentado a cabeça de um comerciante com um tiro de caçadeira aguardou o julgamento em liberdade  sem entregar o passaporte. Como tem nacionalidade angolana, despediu-se no facebook e fugiu para Angola, com a qual não há acordo de extradição.

Negligência profissional é para outras profissões.

FNV

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6 thoughts on “Vai ter menos um porta-chaves no Natal

  1. Rui Alexandre diz:

    E se a notícia não estiver correcta?
    Sobre este tipo de “notícias”, caso o Filipe esteja interessado, vá ao site do CSM e veja o que ali se diz sobre uma outra “notícia” do género!
    Um abraço, tipo a negligência profissional quando nasce é para todas as profissões

    • fnvv diz:

      hummm percebido, caro Rui.
      A notícia deve estar correcta porque a advogada da família do morto “exprimiu a sua perplexidade”.
      abraço tipo é sim senhor

  2. vortex diz:

    má gistratura único órgão de soberania não eleito
    e inmovível

    • fgt diz:

      Em Inglaterra 85% dos casos crime são julgados por tipos que se candidatam eles mesmos ao cargo, por um determinado período. Recebem uma formação de duas semanas e não têm ordenado. Têm ajudas de custo para autocarros e tal. Pede-se-lhes bom senso e bom conhecimento do terreno.
      Mas tudo isso é num país muito duvidoso do ponto de vista constitucional, em que o Lord Chancellor faz parte do governo, do parlamento e é a cabeça da estrutura judicial. Nem se sabe se a magna carta passaria no TC português.

      • caramelo diz:

        fgt, eu, que tenho uma longa ligação a Inglaterra, por razões familiares, não partilho do seu parente entusiasmo pela qualidade dos juízes e da justiça inglesa, incluindo esse tal “bom senso”. Mas acredito que tenha um conhecimento direto do assunto diferente do meu.

  3. fgt diz:

    Mas o princípio da presunção de inocência não é para aplicar?
    E o fim da pena – e do processo – não é a ressocilização, reintegrar?
    O cidadão obedeceu à filosofia que anima a legislação e reintegrou-se, por sim mesmo, contando com a demora dos tribunais.
    Em Portugal apenas alguns crimes de carácter patrimonial podem dar prisão efectiva, se do juiz for muito instado.
    Já um filicídio dificilmente dará uma “pena” efectiva.

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