Viva Assunção Cristas

Apoiado. Apoiadíssimo.Peca por defeito.

Se os portugueses soubessem treinar e educar cães, no problema. Acontece  que  se os filhos são o que são, imaginem os cães.

No meu prédio  há uma demente que tem dos canitos fechados  numa marquise minúscula. Ladram das 08.00h à meia -noite  ( horário permitido, que isto das burocracias é para levar a sério). Uns vizinhos andavam  a peticionar contra  e foram bater-me à porta. Disse-lhes que tinha cão. Eram de outro bloco e não sabiam. Pois não – disse eu –nunca ouviram  a minha boxer, pois não?

FNV

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15 thoughts on “Viva Assunção Cristas

  1. Mas a demente continuará a poder ter os dois canitos. Está perfeitamente dentro da lei-Cristas. O problema não é de quantidade – dentro de limites razoáveis – mas de qualidade.

  2. Jorg diz:

    Faz-me confusão que tal “iniciativa” parta de um ministério.
    No País onde vivo, tal é regulado pelo municipio, e principalmente por contratos de condominio ou com o senhorio, que implicam coimas a sério e processos judiciais expeditos e pedagógicos – no meu prédio, há três (um por apartamento) – raramente se ouvem, são graciosos a descer as escadas. Nas imediações há mais umas mãos cheias deles – os passeios das redondezas estão normalmente despojados dos “montinhos” que nos induzem mui concentradas ‘gincanas’.

  3. vortex diz:

    em tempo de crise os supermercados vende comida para animais de 4 patas.
    os de duas passam fome

  4. andpinto diz:

    Tenho uma vizinha do lado com um pastor belga fechado em casa, junto com cinco gatos. A cadela uiva todo o dia – apesar de estar mais drunfada pela dona que o Keith Richards em noite de festa – porque está num rés-do-chão e vê gente passando, ouve outros animais, etc. Segundo a dona, é a forma que a cadela tem de se expressar e já estava cá antes dos vizinhos do lado. É passeada durante 10 minutos por dia, está drogada também umas 10 horas. A senhora passa por muito “humana” e “amiga dos animais” entre os condóminos. Eu, na opinião do mesmo fórum, sou uma besta, que conspira no prédio para fazer strogonoff de pastor belga.

    • fnvv diz:

      Quando eles estão ao meu alcance tenho um método ( e sem matar) que já usei…

      • Atira-lhes

        – uns biscoitos embebidos em laxante /
        – o último do valter hugo mãe que alguém bem intencionado lhe ofereceu /
        – um queijo/vários de cabra das Beiras /
        – uma embalagem de 12 unids. e 4 folhas de Scottex
        – outros

        para os entreter, e aos dementes, por umas horas?
        Desculpe, mas fiquei curiosa 🙂

      • fnvv diz:

        perto, perto, mas morno…
        no lo digo…

  5. xico diz:

    E a marquise estará licenciada?

  6. cristiana fernandes diz:

    Pois eu não concordo nada. Acho uma absoluta tonteria ( a par de outras, da memnina Assunção). Qualquer dia uma menina ou menino da ,mesma fornada,alçada a ministra proibe a “cueca fio dental”.
    O Estado – na sua dimensão meramente administrativa – não tem que regular como eu vivo e quantos animais domésticos posso ter nos meus domínios ( até porque os meus domínios podem ter todas as condições para albergar vários cães e gatos e outros e eu ter a capacidade – intelectual e económica- de os ter perfeitamente treinados sem que casusem qualquer dano ou prejuízo aos outros vizinhos ou não).
    È o direito civil – o direito dos “homens comuns em comum”, como ensinava o Prof. Orlando de Carvalho – que deve reger e rege as relações de vizinhança e os conflitos de interesses em matéria de direitos de personalidade. E olhem, está lá tudo…não é necessária quaquer regra deste calibre para que se previnam adequadamente as circunstâncias qque se relatam aqui nestes comentários ( de maus tratos de animais e de prejuízo do direito ao repouso, á segurança e à tranquilidade dos vizinhos ). Há muitas formas de contornar essas situações – nós é que somos apáticos e estamos sempre à espera do “Paizinho Estado” para ( aqui com vestes de Cristas) nos aplacar os temores…
    Aliás, recorrendo à minha experiência, palpita-me que a origem desta ideia da Dra. Criostas deve ser muito comezinha: ou ela ou alguém próximo dela deve estar a embirrar com alguém que tem mais de dois cães em casa.

    Aconselho a leitura ( peço perdão pelo “puxar de galões” que isto possa parecer ) de um artigo jurídico muito bem escrito da Dr. Sandra Passinhas, sob o título “Os animais e o regime português da propriedade horiziontal”, que está publicado na net. Está lá tudo.

    • fnvv diz:

      “O Estado – na sua dimensão meramente administrativa – não tem que regular como eu vivo”

      Legalização da heroína e cocaína já.

      • cristiana fernandes diz:

        Outro campeonato…
        A heroína e a cocaína são “produtos” que influenciam e determinam a vida, na sua dimensão mais básica – a biológica e a fisiológica- além de que têm consequências sociais ( na dimensão de para o outro ) devastadoras. Não é possível controlar os danos do consumo da heroína e da cocaína de molde a sitiá-los apenas naquele que consome e que quer consumir.
        Com todo o respeito, “é outra praia”, como agora se diz”….

      • fnvv diz:

        Substitua heroína e cocaína por álcool.
        Com todo o respeito.

  7. B.P. diz:

    Admitindo que a ironia não seja o seu forte… deixe-me perguntar-lhe: está a sentir-se bem? Tem a certeza? Não seria melhor buscar ajuda?

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