Mais outra boa notícia

O mercado de ligeiros divide-se entre os ligeiros de passageiros – com 9,073 viaturas vendidas, um crescimento de 22,8% face ao ano anterior – e o de comerciais ligeiros – com vendas na ordem das 1650 unidades, mais 8,1% face a 2012.

FNV

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8 thoughts on “Mais outra boa notícia

  1. fnvv diz:

    ó pá, não vês que isso foi a Galp que abriu uma refinaria em Sines e encomendou Renaults Clio?
    Vou já abrir uma garrafa de champanhe e encomendar um Ferrari a pedais.

  2. caramelo diz:

    Está bem, Filipe, Rendo-me. A produção subiu, a confiança subiu, o consumo subiu. Afinal, a crise acabou mesmo. Curioso é que o próprio governo que diz que os portugueses estão a fazer grandes sacrifícios (voluntários, claro, é o nosso espírito de missão). Que sacrifícios são esses? É uma angústia existencial generalizada? Precisamos de um batalhão de psis?

    • fnvv diz:

      Desconversas muito melhor do que eu,reconheço.
      Não, sabes, a crise continua. Um tipo todo partido a acordar do coma não corre os cem metros ( é divertido, confesso, fingir que te tenho de explicar isto), nem sequer anda.

  3. MCS diz:

    Poiares Maduro, já foste. O Filipe tirou-te o lugar.
    (desculpe, não resisti. Ah e não precisa de comprar um ferrari a pedais. Temos o Cardozo)

  4. caramelo diz:

    Filipe, vamos alargar horizontes. Em 2012, a venda de veículos tinha descido 38% em relação a 2911, e atingiu o valor mais baixo dos últimos 27 anos.
    http://www.autoportal.iol.pt/noticias/geral/2012-foi-o-ano-em-que-menos-carros-se-venderam-desde-1985
    Subiu este ano 7,4% entre janeiro e outubro. Subiu 24% em Outubro, em relação ao período homólogo de 2012.
    http://expresso.sapo.pt/vendas-de-automoveis-sobem-74-ate-outubro-deste-ano-acap=f838974
    quadros da ACAP:
    http://www.autoinforma.pt/index.php?MIT=0&template_id=1192&xpto=1&a%5B%5D=&a%5B%5D=0,36458
    Tens alguma recuperação desde o início do ano, depois de uma brutal descida de 38% em 2012. A recuperação era inevitável e não compensa a descida de 2012. As pessoas continuam a precisar de se deslocar de carro e os que têm poupanças, compram, cortando noutros bens de consumo. Nos comerciais ligeiros, isto é, PME, a recuperação de janeiro a outubro é mais lenta, por motivos óbvios, sendo por outro lado, maior ainda a necessidade de esforço de renovação. No fim, continuaremos com um dos parques automóveis mais velhos da europa. Este é o problema estrutural, que importaria discutir. Tu fizeste uma sequência de posts com estatísticas, sem nenhum tratamento, cheio de panache. Nem é teu hábito. Estás a tentar provar que és independente, que não tens barricadas? Felizmente, não tenho esse problema

    • fnvv diz:

      “A recuperação era inevitável e não compensa a descida de 2012”
      É isto o tratamento? Esta é mas é a última linha. As primeiras são : manipulação, dados errados, sondagens, fretes ao governo.
      Provar? Ná, é apenas o meu espírito científico a funcionar. Sou um apaixonado pela natureza humana, que queres…

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