Antecipando JPP, outro oneirocrites

Passos Coelho  não se senta com os sindicatos, só com banqueiros.

Passo Coelho  foi à Concertação  com os sindicatos num acto de pura teatralização.

FNV

8 thoughts on “Antecipando JPP, outro oneirocrites

  1. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Filipe, para onde quer que vá ou para onde quer que se vire, quando Passos Coelho fala ou discursa, esquece que é apenas baixo-barítono: já não consegue alcançar a sinfonia pela sintonia.

  2. joshua diz:

    Sim, os Pachecos fabricaram uma crítica política pré-fabricada à medida dos factos políticos do dia-a-dia, sejam eles quais forem, o problema é esse tipo de análise política também esclerosa.

  3. Gustavo Santos diz:

    Sim, mas o JPP:
    – não anda atrás de uma carreira;
    – estuda;
    – já demonstou que pensa pela própria cabeça;
    – é culto.
    Se tem laivos de vaidade na sua formulação? Se calhar tem, mas vivo bem com isso, sobretudo quando a sua releitura uns anitos à posteriori se releva particularmente certeira.

    • fnvv diz:

      A vingança tolda o espírito.
      E quanto a premonições, bem , estamos conversados.Quando o país estava de tanga, JPP desdenhava dos que criticavam o investimento em submarinos. Com Sócrates declarou a asfixia democrática e fechou-se no parlamento com uns dossiês a anunciar um terramoto. Pois.
      Gosto de o ler, concordo muitas vezes, respeito-o, conheci-o, mas não deixo de o crtiticar quando me apetece.

    • Carlos diz:

      Quanto a premonições lembro-me bem como começou, no inicio dos anos 90, a intervenção pública de JPP. Na altura (Flashback, essencialmente) um dos temas preferidos eram previsões catastrofistas acerca dos efeitos no mundo da queda do muro e do fim dos regimes satélites na Europa de Leste.

  4. Miguel diz:

    Neste particular não vejo muito por que criticar o JPP. A governação tem sido feita, no discurso e na prática, com desprezo pelos trabalhadores e pelos seus representantes sindicais, na reverência pela banca, e pelos credores/especuladores financeiros. Mas a política não deixa por essa razão de ser uma relação de forças, pelo que mesmo o governo mais radical pode ser levado a manobras tácticas. Mas não é essa a varinha mágica que transforma o Passos numa reencarnação do Franklin Roosevelt: “I agree with you, I want to do it, now make me do it.” É mais: “I despise you, I won’t help you, but let me pose to the photograph”.

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