Sem dúvida, sem dúvida… (2)

Recrutando em belas vilas potuguesas como Belgrado, S. Paulo,  Buenos  Aires e assim.

FNV

3 thoughts on “Sem dúvida, sem dúvida… (2)

  1. vortex diz:

    os índios escolhem sempre índios
    de glorioso 1º
    ao 2º das furnas

  2. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Filipe, apenas invoco a obra imorredoira do entrevistado:
    Obriverca, Hiperpneus, Inland, F.C. Alverca.
    Quando soltam o João Vale e Azevedo?

  3. andpinto diz:

    Os benfiquistas que o elegeram, sempre com ampla maioria, nunca fazem um exercício de memória para compilação dos principais momentos da presidência deste senhor. Apenas se recordam da amortização do passivo e tudo o resto não aconteceu. Deixo aqui uma listita, cingindo-me exclusivamente ao período de Jorge Jesus, com episódios enxovalhantes para a memória benfiquista, que ficarão na história do desporto. E na memória colectiva popular.

    – Só em 2010/2011, e apesar de no início o Benfica ser claramente favorito, com algum gozo dedicado à equipa de um tal cenourita, registam-se as seguintes negras efemérides: i) derrota por 5-0 no Dragão, ii) eliminação da Taça de Portugal outra vez diante do FCP e na Luz, apesar de levar 2-0 de vantagem, iii) Perda do campeonato na Luz, acabando por ficar a mais de 20 pontos do FCP, iv) Eliminação da Liga Europa, nas meias-finais, frente ao SC Braga, levando uma vantagem de 1-0 à partida. Muitos adeptos já tinham bilhete comprado para a final.

    – Não obstante um investimento faustoso, em 2011/2012, o Benfica faz uma campanha paupérrima nas competições europeias e perde o campeonato para o FCP, mediocremente liderado por Vítor Pereira; por exaustão da equipa benfiquista, uma vez que Jorge Jesus insistia num lote restrito de 14 jogadores. E sem lateral esquerdo de raiz – lembrar Emerson.

    – Desportivamente, 2010/2011 terá sido o “annus horribilis” do Benfica, mas 2012/2013 fica marcado por um misto de frustração e incompetência. Este foi mais uma temporada sem lateral esquerdo, adaptando-se um pobre Melgarejo à posição Autorizados por Jorge Jesus, os jogadores do Benfica festejaram o campeonato a três jornadas do fim, no relvado dos Barreiros. Acto contínuo, um empate frente ao Estoril permitiu ao FCP ter a discussão do título no Dragão, onde venceu com um golo no último minuto. A imagem do Benfica ficou beliscada pela atitude sobranceira e pouco desportiva da equipa, e o resultado foi visto como um justo castigo. Aconteceu o mesmo na final para a Liga Europa, de forma mais injusta, dada a excelente prestação do Benfica. Mas o cúmulo do reles atingiu-se na final da Taça de Portugal. Uma equipa de jogadores apáticos perde a partida para o VSC, um jogador atira-se ao treinador em pleno relvado, os modos usados na recepção das medalhas de finalista deploráveis. Mais tarde, o jogador agressor seria reintegrado no plantel.

    Só me referi a 3 anos, veja-se lá! Não se entende como é possível, depois de tanto investimento e grosso enxovedo desportivo, estar tudo igual na cadeia de poder do clube. Que argumentos se servem para convencer as pessoas, para justificar estas opções?

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