O que é o aumento das desigualdades?

É isto.

FNV

14 thoughts on “O que é o aumento das desigualdades?

  1. Renato diz:

    Continuemos a dizer mal da “Merkel”… ela é a culpada!!!

  2. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Filipe, mais do que sinais exteriores de riqueza e, por conseguinte, de patente aumento da desigualdade, o bom ano de 2013 em Portugal do Grupo «Bayerische Motoren Werke» dever-se-á sobretudo à síndrome “arrota pelintra, faz-te lorde” tão ao jeito portuga, e às modalidades do leasing auto e do aluguer operacional: sempre é um fuminho esperançoso da alegada “retoma” que o nosso Passos Kandimba e a sua parceria coligatória sociodemocristã tanto invocam em seu abono.
    Por mim, apenas assinalo que o passe Carris-Metro 30 dias urbano que comprei no dia 2 de Janeiro p.p. e que uso no meu quotidiano já me custou €35,65: essas preocupações com os pópós alheios não me comovem.

    • fnvv diz:

      não percebo: então isto não é desigualdade do ajustamento? Acho que sim.
      agora é viver acima das possibilidades? isso não era um mito?

      • Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

        Caro Filipe, por definição ninguém vive acima das suas possibilidades: o crédito só é concedido depois de ser comprovada a capacidade para pagar as correspondentes prestações (as tais “possibilidades”).
        E não se trata de “ajustamento”, mas sim de austeridade ou, o que é o mesmo, de restrição da procura interna, o que implica a redução do rendimento disponível e do inerente poder de compra individual; ora nunca como agora tem crescido a economia paralela, a mesma que aposta sempre nos bens móveis para “lavar” dinheiro…

      • fnvv diz:

        continuo a pensar que é desigualdade

    • henedina diz:

      Eu também acho que é desigualdade. É extremar posições. Há um mundo de show off que vivem de imagem, nepotismo e que estão a enriquecer com as ligações que têm. E cada vez mais pobreza e de pobreza envergonhada. O país recuou 40 anos.

      • Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

        Cara Henedina, eu não penso que seja desigualdade: tenho a certeza absoluta.
        Mas do que se trata não é do puro e simples aumento da desigualdade, pois essa condição é apenas a consequência de uma política deliberada; a sua causa directa é a transferência de riqueza da maioria da população a favor dos já ricos (ou mesmo muito ricos) a coberto da acção/inacção governamental de favorecimento de alguns oligopólios (em especial a banca e o sector financeiro, as empresas de distribuição comercial e de fornecimento de serviços essenciais) justificada pela retórica, oficial e oficiosa, do “ajustamento” e do “viver acima das possibilidades”, graças à oportunidade criada pelo continuado descalabro orçamental deste «Novo Estado Novo».

  3. Leitor diz:

    Eu cá é mais bolos…

    Pena é que nos nossos jornais, atacados por esquerdite aguda, não se escreva como aqui http://internacional.elpais.com/internacional/2014/01/05/actualidad/1388953809_021102.html.

    Outra coisa que falta entre nós, mas que no insuspeito FT (o único jornal que assino, em formato on-line), a bíblia cor de salmão da imprensa económica, se faz http://www.ft.com/intl/cms/s/2/27a2027e-5698-11e3-8cca-00144feabdc0.html#axzz2pXPmKtFl é dar espaço à desmistificação do conceito de mercado entre outras “verdades” económicas (contra mim falo, pois sou praticante da dismal science)…

  4. vortex diz:

    Ovídio nos Tristes do exílio na Dácia:
    barbarus hic ego sum quia non intelligor illis

    ao que parece o bárbaro chama-se FNV

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