Ah sim, as “mentirinhas”, José Manuel Fernandes.

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A aisance com que os maduros do nosso pasquinismo se travestem em vestais chega a estontear. Ler também isto e isto, para podermos, enfim, abordar puerilidades como a manipulação dos indícios da retoma.

Luis M. Jorge

9 thoughts on “Ah sim, as “mentirinhas”, José Manuel Fernandes.

  1. Fernando Cardoso Virgílio Ferreira diz:

    Caro Luís, tomo a liberdade de lhe relembrar que o rapaz JMF vai assessorar (ou será “assorear”?) o diário on-line «Observador», a lançar por outros rapazes da mesma fina cepa: só é pena que se fiquem pela denominação marcelista e se tenham esquecido de adoptar o título de «Diário da Manhã» de tão saudosa e temporã memória estado-novista…

  2. Leitor diz:

    Luís,

    O JMF no Observador vai fazer a expiação, reportando apenas a verdade http://observador.pt/🙂

  3. p D s diz:

    FNV,

    vai ver que num instantinho vai desaparecer o assunto…

  4. NMP diz:

    A cada um, a sua manipulação: http://desviocolossal.wordpress.com/2014/01/09/ainda-a-descida-do-desemprego-e-teorias-da-conspiracao/
    Para combater a manipulação, proponho (como se faz no post linkado) a intuição: se todos os dados económicos estão a melhorar (ou se quisermos ser menos generosos, a apresentar umas melhoriazitas) seria estranho que um indicador como o desemprego andasse em contra-ciclo. Mas isto, claro, é um pensamento de gente de alma simples… ou, pior, vendida.:-)
    Quanto à emigração e o seu papel, convém ter dois aspectos em mente:
    1. Seria preciso que toda a emigração fosse de gente desempregada para que esse efeito fosse claro e epxressivo nos números (baixa da população activa logo desemprego mais baxo). Não me custa admitir, por intuição (lá está), que a maior parte da população emigrada seja a desempregada. E isso pode ter amortecido os números de 2012 durante a subida do desemprego mas não é o que aconteceu em 2013 porque, hélas!!!:
    2. A diminuição do desemprego coincide temporalmente com os trimestres em que a população activa estabilizou (menos saída de trabalhadores para a reforma ou o estrangeiro).
    Por último, a ideia de que os empregos criados são de salários mais baixos não é sustentada pelos dados (vidé post linkado). E se quisermos mais uma vez usar a intuição podemos perceber porquê: as empresas que faliram foram as que, por constrangimentos económicos e financeiros, já não podiam pagar bem (estavam constrangidas por apertos financeiros e tinham trabalho menos qualificado como é o caso óbvio do sector da construção). As empresas que sobreviveram foram as que tinham margens de produto e serviços prestados suficientes para aguentar. Isto não invalida o carácter de tragédia social do desemprego – de certa forma até o agrava porque foram os empregados com salários mais baixos,e portanto subsídios de desemprego mais baixos e (mais uma vez a intuição) com qualificações menores e portanto mais dificuldade em reconverter-se que ficaram desempregados.
    Acresce o problema do primeiro emprego e desemprego jovem.
    Dito isto, e em resumo, os dados são positivos. Dão nota de uma capacidade de reacção e reconversão da economia portuguesa louvável e espantosa (apesar de todas as pancadas que leva). O caminho para superar esta fase e sarar esta ferida social é ainda muito longo. Tão longo que não vale a pena começar a procurar nos dados o que lá não está só para sustentar a nossa “narrativa”. Há-de haver muitas oportunidades neste processo para ter dados que corroboram as mais diversas “narrativas”.

    • João. diz:

      A pergunta que você tem que fazer é porque razão 2% de descida do desemprego durante 9 meses é acompanhada por um aumento do desemprego jovem? Que empregos são esses que não empregam nem um jovem?

  5. João. diz:

    Estava a ouvir Manuela Ferreira Leite na TVI24. Fiquei a saber que este governo de porcos traidores venderam 1 terço da operação de seguros, que era o alcance da seguradora da Caixa em Portugal, a uma empresa chinesa que é considerada lixo por algumas agências. Diz MFL que essa seguradora dá lucro ao Estado.

    A comunicação social portuguesa não trata isto, não noticia, não pergunta nada…mas deve ser porque é estalinista, ou melhor dizendo, maoista.

  6. João. diz:

    É interessante ainda ver as demais notícias lá mencionadas:

    Tem as escutas, ok.
    Mas tem também que o desemprego subiu em níveis record e ainda que Sócrates fez promessas que não cumpriu.

    Hoje em dia se houver uma capa como esta mas sobre o governo do PSD-CDS imediatamente aparece por aí o murphy a deixar o link para um dos seus posts e há também imediatamente uma torrente histérica que nos garante que a comunicação social é toda de esquerda.

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