Pedro, o que vale a pena referendar não são idiotias: são opções estruturais da política educativa e da investigação científica — vale a pena um Estado pagar a gente que não produz bens transacionáveis?
A coisa é mais séria do que julgas porque o Camilo é muito ouvido por secretários de Estado e o menino Bernardo representa uma corrente de opinião com muitos seguidores, e dos bons.
Qual Moreira de Sá?! Sou eu. Criei o movimento clandestino “Eu Concordo com o Camilo e Acrescento”. Também criei o Camilo, já agora. Vou acabar com isto, que a Maria Teixeira Alves enche-me a caixa de mensagens com declarações de amor e estou a ficar com medo.
O Berbardo Loubert da Nóbrega é um brincalhão ou está a falar a sério? É que a prosa é tão desprovida de merecimento que, se for a sério, escancara uma abécula do tamanho do mundo, ainda por cima, arrogante.
Caro Luís, por certo ninguém informou aquelas alminhas empreendedoras do Camilo Lourenço e do Bernardo Loubet da Nóbrega que «as áreas improdutivas/pseudo-ciências» também abrangem domínios que “ambos os dois” devem prezar muitíssimo como o Direito (a licenciatura do Camilo: Ciências Jurídico-Políticas, obtida na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), a Economia e a Gestão de Empresas (a propósito desta última, creio ser apropriado relembrar que o seu inventor Peter Drucker – licenciado em Direito pela Universidade de Viena no início do século XX – propunha como seu método específico o “vale-tudo”, à semelhança do teorizado por Paul Feyerabend para todas as ciências, incluindo as duras, as exactas e as «produtivas»…); e já nem falarei do excesso de graduados nas ditas três que acima referi…
Outra coisa não seria de esperar de quem, por certo, considera o Museu Miró do BPN à venda na Christie’s um aglomerado de riscos e rabiscos a ser rapidamente transformado em “criação de valor” para abater na dívida…
Estou convencida que esse tal de Bernardo Loubet da Nóbrega é um troll, e por esta altura deve estar todo satisfeito com o barulho internético que está a provocar.
As suas fotografias de perfil são de um político brasileiro. Dois dos seus “primos”, lá no facebook, também usam fotografias de perfil que são de outras pessoas.
Também é estranho ele ter estudado na Lusófona.
Há gente que tem manifestamente tempo a mais.
Não limitemos a democracia directa !Magnifica tese-programa de L.M. Jorge. E, convém estar muito atento, pois, no fomento da democracia directa podem existir os virus hierarquicos insondáveis/inodoros e destruidores das diferenças criadas pela retórica militante(!) ou a falsa camaradagem de ” grupelho “…Niet
Acho muita piada a estas coisas do neoliberalismo. Por um lado, defende-se o Estado mínimo, mas, por outro, pretende-se que esse mesmo Estado assuma os custos de I+D que as grandes empresas nacionais, na sua maioria, sempre acharam uma pantominada de moderninhos. É a confrangedora visão do papel da Ciência que permeia o indígena, do açougueiro a Pires de Lima. Se não for para aumentar directamente a produtividade das fábricas de calçado em Felgueiras, diversificar a oferta da Central de Cervejas, ou melhorar a extracção em Neves Corvo, trata-se de mamões vivendo à conta – ide masé cavar sanjas, sacripantas! Temos o país que merecemos; governado por nhurros para nhurros. A esse respeito, que emprenhe pelos ouvidos quem quiser. Perdi as ilusões há muito. Referende-se a coisa e assumamos definitivamente a institucionalização dessa cultura, que o impagável edil do Marco de Canaveses tão orgulhosamente reclamava: a da batata.
Como pessoas bem intencionadas rodeia os problemas com a primeira opção ser usar o tacho publico para pagar? não será um sintoma de doença da sociedade? desde novos a velhos tudo discute a volta do tacho publico o direito a empunhar a Colher da Brigada das Colheres.
Não é a mesma coisa, e tu sabes. Uma coisa são as idiotias do Camilo Lourenço e afins, outra a redefinição histórica do casamento e da filiação.
Pedro, o que vale a pena referendar não são idiotias: são opções estruturais da política educativa e da investigação científica — vale a pena um Estado pagar a gente que não produz bens transacionáveis?
A coisa é mais séria do que julgas porque o Camilo é muito ouvido por secretários de Estado e o menino Bernardo representa uma corrente de opinião com muitos seguidores, e dos bons.
Verás que é uma questão de tempo.
Considerando os seguintes elementos:
1) Uma colecção de bojardas como esta: http://aventar.eu/2014/01/27/bernardo-loubet-da-nobrega-adivinhem-em-que-universidade-estudou/
2) O nomezinho que junta “Bernardo” “Loubet” e “Nobrega” incluindo um majestático “da”
3) Tal criatura não existe fora da sua página do facebook
4) Diz que estudou na Lusófona
Eu diria que estamos em presença do fino humor do Sr. Moreira de Sá e de um elemento da sua colecçao de avatares.
tenho dito.
miguel
P.S: Isto significa que Moreira de Sá ainda continua a ser pago por alguem…que o rapaz não trabalharia de borla.
Qual Moreira de Sá?! Sou eu. Criei o movimento clandestino “Eu Concordo com o Camilo e Acrescento”. Também criei o Camilo, já agora. Vou acabar com isto, que a Maria Teixeira Alves enche-me a caixa de mensagens com declarações de amor e estou a ficar com medo.
O Berbardo Loubert da Nóbrega é um brincalhão ou está a falar a sério? É que a prosa é tão desprovida de merecimento que, se for a sério, escancara uma abécula do tamanho do mundo, ainda por cima, arrogante.
Referendemos o Camilo Lourenço…
Caro Luís, por certo ninguém informou aquelas alminhas empreendedoras do Camilo Lourenço e do Bernardo Loubet da Nóbrega que «as áreas improdutivas/pseudo-ciências» também abrangem domínios que “ambos os dois” devem prezar muitíssimo como o Direito (a licenciatura do Camilo: Ciências Jurídico-Políticas, obtida na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa), a Economia e a Gestão de Empresas (a propósito desta última, creio ser apropriado relembrar que o seu inventor Peter Drucker – licenciado em Direito pela Universidade de Viena no início do século XX – propunha como seu método específico o “vale-tudo”, à semelhança do teorizado por Paul Feyerabend para todas as ciências, incluindo as duras, as exactas e as «produtivas»…); e já nem falarei do excesso de graduados nas ditas três que acima referi…
Outra coisa não seria de esperar de quem, por certo, considera o Museu Miró do BPN à venda na Christie’s um aglomerado de riscos e rabiscos a ser rapidamente transformado em “criação de valor” para abater na dívida…
Estou convencida que esse tal de Bernardo Loubet da Nóbrega é um troll, e por esta altura deve estar todo satisfeito com o barulho internético que está a provocar.
As suas fotografias de perfil são de um político brasileiro. Dois dos seus “primos”, lá no facebook, também usam fotografias de perfil que são de outras pessoas.
Também é estranho ele ter estudado na Lusófona.
Há gente que tem manifestamente tempo a mais.
Sim, o perfil é possivelmente falso. Mas o que diz está ao nível de uma Maria Teixeira Alves.
Essa MTA, há uns dias chamou-me burra! Nem dormi nessa noite. eh eh eh
Pois. Querem palco. Pela parte que me toca o pano já fechou!
[O drama é que noutro dia um ministro muito conceituado, com boa imprensa e nome de família composto, disse praticamente o mesmo]
Isto o quê, a liberdade de expressão?
Não limitemos a democracia directa !Magnifica tese-programa de L.M. Jorge. E, convém estar muito atento, pois, no fomento da democracia directa podem existir os virus hierarquicos insondáveis/inodoros e destruidores das diferenças criadas pela retórica militante(!) ou a falsa camaradagem de ” grupelho “…Niet
Acho muita piada a estas coisas do neoliberalismo. Por um lado, defende-se o Estado mínimo, mas, por outro, pretende-se que esse mesmo Estado assuma os custos de I+D que as grandes empresas nacionais, na sua maioria, sempre acharam uma pantominada de moderninhos. É a confrangedora visão do papel da Ciência que permeia o indígena, do açougueiro a Pires de Lima. Se não for para aumentar directamente a produtividade das fábricas de calçado em Felgueiras, diversificar a oferta da Central de Cervejas, ou melhorar a extracção em Neves Corvo, trata-se de mamões vivendo à conta – ide masé cavar sanjas, sacripantas! Temos o país que merecemos; governado por nhurros para nhurros. A esse respeito, que emprenhe pelos ouvidos quem quiser. Perdi as ilusões há muito. Referende-se a coisa e assumamos definitivamente a institucionalização dessa cultura, que o impagável edil do Marco de Canaveses tão orgulhosamente reclamava: a da batata.
Notros tempos a isso (ao que é dito no twit ou lá o que é aquilo) chamar-se-ia totalitarismo.
Hoje chamar-se-á racionalidade económica, desenvolvimento, aposta na criação de riqueza, etc, etc.
Triste ironia o sacristão da corja que conduz o cortejo fúnebre deste país chamar-se Camilo.
Referendar o quê? O Nuno já está a tratar disso.
Como pessoas bem intencionadas rodeia os problemas com a primeira opção ser usar o tacho publico para pagar? não será um sintoma de doença da sociedade? desde novos a velhos tudo discute a volta do tacho publico o direito a empunhar a Colher da Brigada das Colheres.