Do que não existe mas existiu sempre

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O “Jornal i” escreve hoje que “o partido de Rui Tavares ainda não existe, mas já provocou um caso político, por via indireta. O Bloco dE Esquerda recusou juntar-se ao futuro partido numa coligação às europeias de 25 de Maio. A proposta vinha do manifesto 3D, formado no início de Dezembro em busca de uma candidatura de esquerda ao Parlamento europeu, mas o BE rejeitou e pôs condições”.

Na foto vemos um pouco de tudo. De um simpático ex-governante e ex- presidente da CCDR do Centro ( José Reis) a uma ex-revolucionária que dizia em 1995 exactamente o mesmo  que diz hoje ( lá se vai a desculpa da Troika). Não há muito a acrescentar, os nossos esquerdistas são conservadores. Hoje como ontem, reunem-se em Lisboa, zangam-se, separam-se, demitem-se, declamam poesia, traçam planos, fundam e dissolvem  partidos, fracções, plataformas.

Por motivos que me escapam, não compreendem que o povo bruto e estúpido, na hora da verdade, não  lhes ligue patavina.

FNV

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